segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Incra de Santarém tem novo Superintendente


Nomeação de Luiz Bacelar foi publicada no DOU desta segunda-feira, dia 12.


Luiz Bacelar Guerreiro Júnior é o novo Superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Oeste do Pará. A portaria de nomeação foi publicada na edição desta segunda-feira (12) do Diário Oficial da União (DOU). Bacelar substituiu Marcos Alexandre Kowarick, que permanecia na condição de Superintendente interino desde o dia 3 de setembro deste ano.
Luiz Bacelar Guerreiro Júnior, que já foi chefe da Divisão de Administração do Incra/Oeste do Pará, no período de 23 de janeiro a 9 de abril deste ano, começa a despachar como superintendente a partir de quarta-feira (14).
Bacelar, 54 anos, é paraense com residência no município de Oriximiná. Possui formação em Economia, com especialização em consultoria empresarial. Ao longo da carreira, foi coordenador do Sebrae/Santarém, secretário de Administração e de Finanças na Prefeitura de Oriximiná, além de diretor do setor de Finanças e das Unidades de Referência da Secretaria de Saúde do Governo do Estado do Pará.
Sua nomeação é indicação do PMDB, através do deputado federal José Priante. 
 
Fonte: RG 15/O Impacto e Ascom/Incra

domingo, 11 de novembro de 2012

Teleton 15 anas












Postagem deRaimundo padre

Matadores de Policial é Preso

Matadores de Policial: "Thiaguinho" (E) morreu. "Ney" está preso!!!

"Thiaguinho" (E) morreu. "Ney" está preso.
Policiais civis da Divisão de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) e da Seccional Urbana da Pedreira, com apoio do Núcleo de Inteligência Policial (NIP), localizaram, na madrugada deste sábado, 10, o autor do latrocínio que teve como vítima o investigador da Polícia Civil, José Luiz Maia Pojo.
 De apelido "Thiaguinho", 22 anos, Thiago Vinícius Gonçalves da Silva tentou fugir, atirando em direção aos policiais, e acabou baleado. Socorrido até o Hospital Municipal de Vigia de Nazaré, o latrocida não resistiu e morreu. Na casa em que estava "Thiaguinho", os policiais civis prenderam em flagrante Franciney Rabelo Vieira, 32 anos, conhecido por "Ney". Debaixo da cama em que dormia Franciney, um revólver calibre 38 foi apreendido. A arma usada por "Thiaguinho", um revólver calibre 38, também foi apreendida. O preso e as armas apreendidas foram levados para a sede da Delegacia do Marco, onde está situada a DRFR.
A operação teve início por volta de 3:30, em Vigia de Nazaré, segundo explicou o delegado Pery Netto, diretor da Seccional Urbana da Pedreira e responsável pelo inquérito policial do caso. O investigador Maia morreu após permanecer internado quatro dias em Unidade de Terapia Intensiva, de um hospital, em outubro deste ano. Na época, ele foi baleado enquanto seguia de moto em direção à sua casa, no barro da Pedreira, após deixar o trabalho na Delegacia de Decouville, em Marituba. Ele teve a arma de trabalho roubada por dois homens armados em uma motocicleta. Os assaltantes depois foram identificados como Daniel Pereira de Souza, de apelido "Topete", que conduzia a moto, e "Thiaguinho", que fez a abordagem e disparos contra a vítima. Após o crime, as investigações foram iniciadas e, no decorrer do inquérito, as informações obtidas inclinavam para o envolvimento de "Thiaguinho" no crime.
 
Poucos dias após o baleamento, "Topete" foi preso no bairro da Sacramenta, em Belém. Ele confessou envolvimento no homicídio e admitiu que foi "Thiaguinho" o autor dos disparos contra o policial civil. Seis dias depois do crime, conta o delegado Pery, o acusado foi localizado na cidade de Soure, no arquipélago do Marajó. Policiais civis foram até o município, com objetivo de prendê-lo, já com mandado de prisão decretado pela Justiça. Naquela cidade, ao ser localizado, "Thiaguinho" chegou a disparar contra os policiais e conseguiu fugir por uma área de mangue. As investigações prosseguiram até que informações repassadas ao delegado Pery deram conta de que o procurado estava na casa de um homem - Franciney - conhecido por atuar como traficante de drogas em Vigia de Nazaré. Nessa cidade, o criminoso recebia guarida de Franciney, que sedia a própria casa para esconder "Thiaguinho". Com a confirmação da presença do criminoso no local, as equipes da DRFR e da Seccional Urbana da Pedreira, com apoio do NIP, deslocaram-se até aquele município, onde no centro da cidade, localizaram a casa em que o procurado estava escondido.
Segundo o delegado Eder Mauro, titular da DRFR, ao perceber que a casa estava cercada pelos policiais, "Thiaguinho" saiu do interior do local atirando em direção aos policiais, que revidaram baleando o procurado. O criminoso era fugitivo do presídio Colônia Agrícola Heleno Fragoso. Franciney rendeu-se sem prestar resistência. A arma encontrada com ele estava com cinco munições, das quais, três intactas. Ele foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Segundo as investigações, os dois estavam associados para praticar o tráfico de entorpecentes na cidade. O corpo de "Thiaguinho" foi levado ao Centro de Perícias Científicas "Renato Chaves", no município de Castanhal. O Poder Judiciário será comunicado da morte do procurado juntamente com o atestado de óbito. "Não era o fim que queríamos para ele (Thiaguinho"). Queríamos que ele pagasse pelo crime na cadeia", salienta Eder Mauro.
CRIME As investigações presididas pelo delegado Pery Netto, diretor da Seccional Urbana da Pedreira, mostraram que a morte do investigador Maia foi resultado de um latrocínio - roubo seguido de morte. A vítima foi escolhida aleatoriamente pelos bandidos que passavam na área do canal São Joaquim e ali visualizaram a vítima, que era um morador antigo na área. Segundo interrogatório do "Topete", como Maia estava de capacete e o acusado ainda estava de ressaca por ter bebido na noite anterior, não reconheceu o policial civil. Só no dia seguinte, com a repercussão na imprensa da morte do investigador, é que ficou sabendo que a vítima era policial civil.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012


Polícia apreendeu cinco quilos de crack em Altamira.
(Foto: Divulgação/ Polícia Civil)
Em Altamira, PA, polícia apreende drogas e prende suspeitos de tráfico. Operação das polícias civil e militar resultou na prisão dos suspeitos. Além da droga, foram apreendidos um cofre, celulares e um carro.
As polícias civil e militar do Pará prenderam duas pessoas suspeitas de tráfico de drogas em Altamira, no sudoeste do Pará, na última sexta-feira (26). Na operação, foram apreendidos mais de cinco quilos de crack dentro de uma residência. As informações foram divulgadas no domingo (28).
Além da droga, foram apreendidos no local um cofre de grande porte, celulares, notebook e um automóvel. O delegado Paulo Mavignier explica que está sendo feita uma análise minuciosa das provas coletadas e que a origem do entorpecente será investigada e deve ser esclarecida ao longo do inquérito policial.

Fonte: G1-PA
Postagem de Raimundo Padre


segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Drogas são aprendidas em Altamira e Santarém-PA
Santarém - A Polícia Federal apreendeu 47 kg de cocaína dentro de um barco por volta das 15h30 de sábado (27). A ação foi realizada com o apoio de policiais da Força Nacional. A substância estava armazenada dentro de duas caixas de papelão em 45 embalagens plásticas. O material foi localizado após os agentes realizarem fiscalizações no porão da embarcação. Apesar das investigações, os donos da droga não foram encontrados. O produto apreendido foi encaminhado a Delegacia de Polícia Federal em Santarém.  
Fonte: Redação notapajos.

terça-feira, 30 de outubro de 2012Dep. Hilton Aguiar discursa sobre a garimpagem na região do Tapajós. 


Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, bom dia. 

Subo à tribuna nesta manhã de terça-feira, 30 de outubro de 2012, para falar sobre um assunto que está impactando a população da nossa região sudoeste do Pará. Venho falar sobre a garimpagem de ouro e diamante que continua a ser o principal vetor econômico daquela região paraense.

Antecipo e informo que o objeto principal de nosso pronunciamento é o impacto ambiental, consequência natural das operações desenvolvidas pela atividade garimpeira.
Recentemente, mais precisamente na ultima semana, este assunto tem sido o fato mais importante discutido pela imprensa de nossa região, com, ressonância em Brasília e que tem provocado discussões calorosas e apaixonadas pelos opositores e defensores daquela atividade mineral.
Inicialmente, quero me colocar como defensor do povo e da economia local, sem tomar partido por um ou por outro segmento envolvido na discussão. Por conseguinte vou agora tentar explicar o que está ocorrendo de fato e solicitar apoio e solução para o impasse.
O fato é que o preço do ouro e do diamante no mercado nacional e internacional vem alcançando valores inigualáveis, provocando a retomada de trabalho em áreas abandonadas e atraído centenas de homens de outros Estados, inclusive com recursos e tecnologia para participar desta nova corrida ao ouro da região do Tapajós.
O problema começa neste ponto, pois uma boa parte dessas operações de lavra garimpeira, segundo denuncias, está sendo realizada sem as devidas licenças mineral e ambiental.
Quero deixar claro que minha posição é pela legalidade de toda e qualquer atividade e esta, obviamente, não está excluída. Acontece que a paralização pura e simples da extração do ouro “quebra” o município e a região, e, por conseguinte, não é a solução, pois criaria, além disso, um caos social, de consequências inimagináveis. Assim sendo, defendo uma ação composta por órgãos competentes, com acompanhamento desta ALEPA, com o objetivo de executar um levantamento real da situação, objetivando a legalização de todos aqueles que estejam interessados em assim procederem. Acrescento ainda, que informações de instituições ligadas à atividade na região dão conta que vários pedidos de licenciamentos foram feitos ao DNPM e SEMA estadual e até agora não foram respondidos, o que tem aumentado, ainda mais, o numero de operadores irregulares atuando na nossa região Tapajônica.
Senhoras e senhores deputados, entendo que é preciso separar o joio do trigo e esta é a hora. Aqueles que só querem o lucro fácil, sem compromisso com o meio ambiente, que sejam enquadrados nos crimes ambientais em que estejam envolvidos e aqueles que estão interessados no compromisso com o futuro mereçam a atenção e a compreensão que o caso requer.
Finalizando, peço à presidência dessa casa que encaminhe expediente à SEMA estadual e à superintendência do DNPM no Pará, anexando este meu pronunciamento, solicitando providencias para o impasse, liberando as licenças pendentes e operacionalizando uma ação de correção no rumo da atividade garimpeira naquela região paraense.
EXISTEM IRRESPONSÁVEIS, MAS A GRANDE MAIORIA É COMPOSTA POR CIDADÃOS DE BEM.
Muito obrigado.

sábado, 13 de outubro de 2012

assacinato em Santarém no Oeste do Pará


Morte empresário:  
Polícia investiga se houve acerto de contas !Santarém
A Polícia Civil investiga se o assassinato do consultor de projetos de manejo florestal, César Brusnello, ocorrido por volta das 18h30 desta quinta-feira, 11, foi crime por encomenda, vingança ou acerto de contas.
O crime ocorreu quando o empresário chegava em sua residência, localizada na Rua Angélica, bairro Jardim Santarém. Ao chegar, um homem já o esperava e se aproveitou da ocasião para entrar na casa e disparar oito tiros, dos quais quatro acertaram a vítima e os outros quatro acertaram a parede.O assassino usou uma pistola 380. A vítima também estava armada com um revolver calibre 38. “Após a perícia é que teremos mais elementos que nos ajudarão nas investigações para chegarmos ao autor. A princípio, a vítima também usou sua arma, mas é a perícia quem vai nos dizer”, afirmou o delegado Jardel Guimarães.