quarta-feira, 1 de abril de 2015

PROJETO DA UNB QUE DEBATE RACISMO E COTAS GANHA MIL SEGUIDORES NA WEB

Aluna produziu série de fotografias para disciplina de antropologia visual.
Ela tirou fotos de negros no campus citando as frases racistas mais ouvidas.
Daniella Leite foi uma das dezenas de participantes do projeto idealizado por Lorena Monique dos Santos (Foto: Divulgação/Lorena Monique dos Santos)
O projeto de uma estudante da Universidade de Brasília (UnB) para instigar o debate sobre racismo na universidade ganhou pelo menos mil seguidores na internet, dez dias após seu lançamento. Batizado de "Ah, branco, dá um tempo", o site publica fotos tiradas com estudantes negros e negras da UnB, que mostram as frases racistas que eles ouvem com mais frequência. Lançado na internet no dia 19 de março, o blog já tinha cerca de mil seguidores na noite de domingo (29), segundo a autora do projeto, Lorena Monique dos Santos.
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Segundo a jovem, que tem 21 anos e atualmente está no quinto semestre do curso de ciências sociais, o objetivo do projeto é é demonstrar que o racismo no Brasil é algo sutil. "Apesar de o racismo ser racismo em qualquer lugar, ele se expressa de diferentes formas de acordo com cada realidade. No Brasil, existe o lance da cordialidade, da democracia racial que são formas de esconder as práticas racistas e tentar fazer com que as pessoas negras sejam excluídas no acesso aos direitos e a determinadas posições sociais", disse ela ao G1.
"A ideia é demonstrar para as pessoas não-negras que o racismo se esconde em palavras e atos sutis. Apesar de que em algumas fotos a gente pode perceber que ele não é tão sutil assim", explicou ela.
Até a noite desta segunda-feira (30), o site tinha mais de 60 imagens. Registradas em diversos pontos do campus da UnB, elas mostram estudantes segurando uma lousa branca, sempre com frases escolhidas por eles.
Preconceito dentro e fora da faculdade
Daniella Leite, estudante de história da UnB, diz que sofreu com a frase que negava sua condição de negra desde criança, dentro da própria família. "Entrei por cotas e ouvi novamente essa frase. Uma amiga me disse isso quando prestei vestibular. Ela acha que só optei pelas cotas por ser mais facil", afirmou ela ela ao G1.
Estefany Alves, de 23 anos, é estudante de geologia na UnB, e também participou do projeto. Ela foi fotografada no campus da instituição segurando a lousa com a frase "você tem sorte em ser negra, nem precisa, nem precisa estudar para passar no vestibular".
"Escolhi essa frase porque ela é bastante corriqueira no meio da universidade, ainda mais aqui na UnB, onde o sistema de cotas é aceito", explicou.

Outro participante do projeto é Matheus Henrique Ramos, estudante de matemática, que escolheu uma frase relacionada ao seu cabelo agora. "É uma pergunta recorrente que me fazem. Associam o cabelo black power sempre a falta de higiene, de cuidados, desleixo, sem ao menos buscar saber o quão trabalhoso é manter o cabelo assim. Mal sabem quanto cuidado se deve ter", diz ele, que acredita que as pessoas têm um "pré-conceito formado sobre o cabelo crespo fora do padrão imposto, o curto".
A UnB foi a primeira universidade federal a ter cotas raciais; estudantes cotistas, como Estefany Alves, dizem que sofrem e preconceito por causa disso (Foto: Divulgação/Lorena Monique dos Santos)
Inspiração em Harvard
Lorena, a idealizadora do blog, explica que a ideia do blog surgiu em 2014 a partir de vídeos que ela já produzia e publicada no YouTube, e um projeto semelhante feito por estudantes da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, que também debate a inclusão e a diversidade no campus. Na mesma época, ela fazia uma disciplina sobre antropologia visual e decidiu botar o projeto em prática como trabalho final da disciplina.
As fotos foram tiradas em novembro, durante a Semana da Consciência Negra.
"Entreguei o quadro e o pincel para que as pessoas escrevessem suas frases. Para ajudá-las fiz uma lista com cerca de 20 frases semelhantes às frases do projeto de Harvard. Algumas pessoas utilizaram as frases da lista, mas a grande maioria escreveu frases próprias", lembra ela.
A maior parte das frases diz respeito a preconceitos ouvidos na universidade, de que estudantes cotistas não precisam estudar para passar no vestibular. Há, porém, frases relativas à cor da pele, traços faciais e tipo de cabelo de cada estudante. "Seus traços são finos e a sua pele nem é muito escura", "que beleza exótica você tem", "que cabelo diferente, posso tocar?" são algumas das frases que integram o projeto.
"Agora estou organizando um vídeo no formato de mini-doc para apresentar uma discussão sobre o assunto", diz Lorena.
Matheus Henrique Ramos, estudante da UnB, também se deixou fotografar para o projeto
(Foto: Divulgação/Lorena Monique dos Santos)
UnB reduziu cota racial em 2014
A Universidade de Brasília é pioneira nas políticas de ações afirmativas no Brasil. A UnB adotou o sistema de cotas raciais em 2003, após um caso de discriminação na pós-graduação ganhar notoriedade. O primeiro vestibular com reserva de 20% das vagas para estudantes negros foi realizado em junho de 2004. Na ocasião ficou decidido que o sistema seria rediscutido em 10 anos.
"A discriminação sempre existiu. A diferença é que antes das cotas não se falava sobre o assunto e as pessoas negras estavam fora das universidades. Hoje em dia, existe um número considerável de pessoas negras nas universidades e algumas dessas pessoas tenta estabelecer uma discussão franca e aberta sobre o assunto", explicou a estudante.
Em abril de 2004, a UnB decidiu reduzir para 5% A RESERVAhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png de vagas para negros. Entre os argumentos está o fato de que a lei federal de cotas, que prevê 50% das vagas guardadas para estudantes oriundos da rede público, aumentaria essa porcentagem de 5%.
Mesmo com a experiência de cotas na UnB durar mais de dez anos, Lorena diz que o debate ainda precisa ser mais incentivado. "Ainda existe muita resistência. Sempre que se tenta falar sobre o assunto, a primeira reação é afirmar que as pessoas negras são 'vitimistas'", disse.

Ela afirma que a repercussão de seu projeto tem sido positivo, mesmo que haja discordâncias quanto ao formato e ao nome escolhido. "Algumas pessoas concordam, outras discordam, mas que se discuta o assunto! O silêncio é algo aterrador. Escutar essas frases e ficar imaginando que isso é coisa da sua cabeça é enlouquecedor."
fonte http://www.globo.com/

terça-feira, 31 de março de 2015

PROPOSTA DE REDUZIR MAIORIDADE PENAL NÃO FERE CONSTITUIÇÃO, DIZ COMISSÃO


Com 43 votos a favor e 21 contra, Comissão de Constituição e Justiça deu aval para proposta que reduz maioridade penal para 16 continuar tramitando.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos deputados decidiu que a proposta de reduzir a maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos é constitucional. O assunto é muito polêmico - e divide opiniões dentro do Congresso e na sociedade como um todo.
O debate foi acalorado. Deputados do PT, PC do B e PSOL fizeram discursos duros contra a proposta. Alegaram que ela é inconstitucional porque a maioridade penal de 18 anos é uma das cláusulas da constituição que não podem ser alteradas. Do outro lado, respostas inflamadas de deputados governistas e de oposição. Eles sustentaram que a constituição determina apenas um limite de idade, que pode ser menor que 18 anos.
Com 43 votos favoráveis e 21 contrários, a Comissão de Constituição e Justiça deu o aval para a proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 continuar tramitando na Câmara dos Deputados. Os defensores da mudança vão levar para o debate o argumento de que reduzir a maioridade penal vai inibir adolescentes a cometer crimes.
“O que a sociedade está pedindo é que haja redução. Já se pode votar aos 16 anos, pode casar aos 16 anos, pode tanta coisa aos 16 anos. Não pode responder pelos crimes? Então, acho que é um avanço o que nós fizemos aqui na CCJ, mas esse debate vai ser muito mais caloroso na comissão especial, onde vai se discutir o mérito da questão”, diz o deputado Marcos Rogério.
Quem é contra, usará como um dos argumentos que a redução da maioridade vai aumentar a violência ao colocar os jovens infratores mais cedo na cadeia.
“Já há medidas de punição. O Estatuto da Criança e da Adolescente já prevê uma série de sanções, inclusive com internação. As medidas socioeducativas, quando aplicadas corretamente, têm se mostrado muito mais eficazes para a sociedade do que o encarceramento”, afirma o deputado Chico Alencar.

Nesta terça-feira (31) o presidente da Câmara, Eduardo Cunha criou a comissão especial para discutir o assunto mais profundamente. A instalação deve ser na semana que vem. Os deputados terão até 40 sessões de debate, inclusive com a realização de audiências públicas. Se a redução da maioridade for aprovada na comissão especial, segue para o plenário da Câmara para duas votações. E depois ainda vai para o Senado.

ESCOLAS DO MA QUE HOMENAGEAVAM DITADORES TÊM NOMES SUBSTITUÍDOS


Governador Flávio Dino diz que homenagens não são 'razoáveis'.
Escolas passaram por processo democrático de escolha dos novos nomes.

Escolas do MA que homenageavam ditadores têm nomes substituídos (Foto: Lauro Vasconcelos)
No dia em que o golpe militar brasileiro completa 51 anos, dez escolas maranhenses que homenageavam personalidades que constam no Relatório Final da Comissão da Verdade como responsáveis por crimes de tortura durante o regime ditatorial terão modificadas suas nomenclaturas. As escolas que tiveram nome modificado passaram por processo democrático de escolha dos novos nomes.
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) identificou 10 escolas em nove municípios maranhenses que possuíam nome dos ex-presidentes do Brasil que governaram sob o regime militar. Através de um processo democrático de escolha, a comunidade escolar votou nos nomes que substituiriam as nomenclaturas originais. A modificação foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira (31). Participaram da escolha dos nomes profissionais da educação, estudantes, funcionários das escolas e a comunidade do entorno das unidades escolares.
O governador Flávio Dino explicou que, a partir da identificação de torturadores pelo Relatório da Comissão Nacional da Verdade, não é razoável que prédios públicos continuem a homenageá-los.
Decreto assinado pelo governador Flávio Dino
“O relatório aponta graves infrações aos direitos humanos cometidos durante esse período e nomeia os responsáveis por esses crimes. O Estado do Maranhão não mais homenageará os responsáveis por crimes contra a humanidade”, disse o governador, que defendeu os princípios do Estado Democrático de Direito alcançados pelo Brasil após o período ditatorial.
Todo o processo de mudança ocorreu com base no Decreto Nº 30.618 de 02 de janeiro de 2015, que veda a secretários de Estado, a dirigentes de entidades da Administração indireta e a quaisquer agentes que exerçam cargos de direção, chefia, e assessoramento no âmbito do Poder Executivo, atribuir ou propor a atribuição de nome de pessoa viva a bem público, de qualquer natureza, pertencente ou sob gestão do Estado do Maranhão ou das pessoas jurídicas da Administração Estadual indireta.
No decreto, a vedação é estendida também a nomes de pessoas, ainda que falecidas, que tenham constado no Relatório Final da Comissão da Verdade de que trata a Lei Nº 12.528 de 18 de novembro de 2011, como responsáveis por crimes cometidos durante a ditadura militar.
Comunidade participa da escolha de nome de
escola (Foto: Lauro Vasconcelos)
Escolha
O processo para essa substituição foi conduzido por uma ‘Comissão de Mudança dos Nomes’ composta por representantes do Conselho Estadual de Educação(CEE), da Supervisão de Inspeção Escolar (SIE), da Supervisão de Gestão Escolar (SUAGE), Superintendência de Educação Básica (SUEB) e da Superintendência de Assunto Jurídicos (SUPEJUR).
O decreto dispõe que os nomes substitutivos devem representar personalidades que tenham contribuído com a construção da identidade educacional municipal, estadual ou federal e ter reputação ilibada conforme a Lei da Ficha Limpa. A Comissão de Mudança apresentou, para cada escola, três nomes substitutivos entre os quais a comunidade escolar escolheu aquele publicado no Diário Oficial do Poder Executivo do Maranhão.
Em Loreto,  estudantes das 2ª e 3ª séries do Ensino Médio organizaram inclusive um júri simulado para acompanhar a modificação. “Além dos 60 alunos dessas séries e demais estudantes da escola, a comunidade também deu sua contribuição através do júri. Os alunos realizaram com muita empolgação estudos, pesquisas e entrevistas a ex-diretores e pessoas da comunidade para embasar o debate”, explicou Crizálida Coelho Martins.

Veja as escolas que tiveram seus nomes modificados
Fonte G1

REAJUSTE DOS PREÇOS DE REMÉDIOS PODERÁ SER DE ATÉ 7,7%, DIZ GOVERNO

Autorização foi publicada no 'Diário Oficial da União' desta terça-feira.
Empresas já estão liberadas para aplicar o aumento.
Os remédios poderão ficar mais caros a partir desta terça-feira (31) em todo o país. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED) fixou em até 7,7% o ajuste máximo permitido este ano aos fabricantes na definição do preço dos medicamentos.
A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União" desta terça-feira.
De acordo com o Ministério da Saúde, o reajuste médio deste ano foi de 6%. O secretario-executivo da CMED, Leandro Safatle, esclareceu, por meio de nota, que a resolução define o limite de aumento autorizado. Não quer dizer que, na prática, o consumidor sentirá esse acréscimo, devido à concorrência entre empresas e DESCONTOShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png oferecidos.
A regulação é válida para um universo 9.120 medicamentos e os ajustes são autorizados em três níveis, conforme o perfil de concorrência dos produtos.
O nível 1, que tem o maior percentual de reajuste, inclui remédios como omeprazol (gastrite e úlcera); amoxicilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias). No nível 2, cujo percentual é de 6,35%, estão, por exemplo, lidocaína (anestésico local) e nistatina (antifúngico). No nível 3, que tem o menor índice de aumento, 5%, ficarão mais caros medicamentos como ritalina (tratamento do déficit de atenção e hiperatividade) e stelara (psoríase).
Neste ano, a maior parte (50,18%) dos produtos teve o menor percentual de ajuste, de 5%.
A autorização para reajuste leva em consideração três faixas de medicamento, com mais ou menos participação no mercado farmacêutico. O reajuste segue a lógica de que nas categorias com mais ou menos remédios a concorrência é maior e, portanto, o reajuste autorizado pode ser maior.

O ajuste de preços considera a inflação acumulada em 12 meses até fevereiro, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e que ficou em 7,7%. Em 2014, o reajuste máximo autorizado foi de 5,68%.

CORINTHIANS QUER MAIS EMERSON SHEIK, MAS PELO MESMO PREÇO

A diretoria do Corinthians diz que vai dar início ainda nesta semana nas negociações para a permanência de Emerson Sheik, cujo contrato termina em 31 de julho deste ano. O atacante, de 36 anos, vem sendo peça fundamental da formação de Tite, especialmente nos jogos da Copa Libertadores da América. O atual acordo termina antes da final do torneio sul-americano.
De acordo com Sérgio Janikian, diretor de Futebol do alvinegro, as primeiras conversas devem acontecer nos próximos dias.
"Vou procurar o empresário do Sheik essa semana. Até agora, não houve nenhum contato. Mas fazendo esse contato já nessa semana, acredito que a primeira conversa deve acontecer logo, nos próximos dias", contou o cartola, em contato com a reportagem.
"O que vamos tentar é pelo menos uma prorrogação. Eu acho que eles também querem isso. Vamos ver como andam as negociações", completou.
Em meio ao aperto financeiro que passa, o objetivo da cúpula do Parque São Jorge é não aumentar o salário do jogador, que recebe cerca de R$ 520 mil por mês. Até por isso, uma "prorrogação" seria suficiente.
"Eu não falo dos salários dos jogadores com a imprensa. O que acontece e todo mundo sabe é que os clubes de futebol estão com dificuldades financeiras. Não podemos sair por aí dando aumentos", finalizou Janikian.

Nos últimos dias, o Corinthians estendeu o contrato do Jadson por mais oito meses, até agosto do ano que vem - o acordo terminava em dezembro de 2015.

segunda-feira, 30 de março de 2015

DILMA ESTÁ EM CAPANEMA PARA ENTREGA DE RESIDÊNCIAS

 (Foto: Divulgação/Governo Federal)
Após atraso de quase uma hora, o voo da comitiva do Governo Federal já está em Capanema, região nordeste do Pará para entregar 1.032 unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida no Conjunto José Rodrigues de Sousa.
A comitiva, que é formada pela presidenta Dilma Rousseff, acompanhada do ministro da Pesca, Helder Barbalho, do ministro de Cidades, Gilberto Kassab e, da presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, além do prefeito de Capanema, Eslon Martins, e do superintendente da Caixa, Evandro Lima, tinha chegada prevista para 10h30. No entanto, chegaram somente às 11h15 no aeroporto de Belém, de onde partiram em um helicóptero para Capanema.
Expectativa e emoção já tomam conta de moradores
Rosa Rodrigues da Luz foi uma das contempladas pelo programa em Capanema. (Foto: Cézar Magalhães/DOL)
No total, foram beneficiadas cerca de 4.100 famílias, com rendas mensais de até três salários mínimos. Uma das pessoas beneficiadas pelo Programa é a doméstica Rosa Rodrigues da Luz, 32 anos. Casada com o pintor José Ribamar, 31 anos, possui dois filhos e agora realizou o sonho da casa própria. “Nunca deixei de acreditar que conseguiria a casa própria, e agora consegui”, disse emocionada.





















Ao todo, são 1032 casas, divididas em 129 blocos. Os blocos possuem 4 unidades, divididas em dois andares. Foto: Divulgação/Governo Federal

A emoção e felicidade também tomou conta de Maria Lúcia do Carmo, que trabalha em um restaurante e agora poderá morar com seu filho de 3 anos na casa própria situada no conjunto. "A espera foi rápida, quando Deus ajuda até a burocracia não incomoda. Estou muito feliz pelo dia de hoje", destacou.
As obras duraram dois anos, e tiveram INVESTIMENTOhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png de R$ 53,6 milhões, e foram erguidas com recursos federais em sua totalidade. O conjunto possui, além das 1032 casas, duas praças, dois playgrounds e centro comunitário. As casas, de 39 m²,  possuem dois quartos, uma sala, um banheiro, uma cozinha e uma área de serviço.
Veja o vídeo de apresentação do Conjunto:
Fonte (DOL, com informaçõesdo Governo Federal)
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DILMA AFIRMA EM CAPANEMA QUE 'PARÁ VAI CRESCER'

 Em seu discurso, Dilma ressaltou o potencial de crescimento do Estado. (Foto: Via Whatsapp)
Em Capanema desde o final da manhã desta segunda-feira (30), a presidente Dilma Rouseff participou no começo desta tarde da cerimônia da entrega simbólica dos 1.032 apartamentos do “Programa Minha Casa, Minha Vida” no município do nordeste paraense.  Na ocasião, Dilma aproveitou para atualizar alguns dados do programa e comentar sobre o potencial de crescimento do Estado.
 Dilma discursou ao lado da comitiva presidencial, formada pelo ministro da Pesca, Helder Barbalho, ministro das Cidades, Gilberto Kassab e pelo senador Paulo Rocha, entre outras personalidades políticas. (Foto: Cezar Magalhães/DOL)
O evento começou por volta 12h, quando a presidente visitou o residencial do programa e entrou na casa que será entregue para a lavadeira Tatiane de Sousa Moraes, que irá receber futuramente o apartamento. A presidente também fez a entrega simbólica das chaves dos apartamentos para cinco contemplados no programa, que aguardam o fim da construção dos imóveis.
Antes de realizar o pronunciamento, Dilma visitou o Conjunto que está sendo construído em Capanema e conversou com uma família que será contemplada pelo projeto. (Foto:Cezar Magalhães/DOL)
Após a cerimônia, Dilma participou de uma série de pronunciamentos no município, ao lado da comitiva presidencial, formada pelo ministro da Pesca, Helder Barbalho, do ministro de Cidades, Gilberto Kassab e, da presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, além do prefeito de Capanema, Eslon Martins, e do superintendente da Caixa, Evandro Lima.
Kassab antecedeu a presidenta nos discursos, ressaltando os INVESTIMENTOShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png feitos no local. “O conjunto teve o custo de R$ 53 milhões, o que mostra o comprometimento e a vontade do governo federal em ajudar a população”, afirmou o ministro.
Em seguida, Dilma subiu ao púlpito, onde abordou sobre o crescimento do Minha Casa, Minha Vida no Pará. “Vamos entregar 1.032 unidades em Capanema. Ao todo, já foram 46 mil apartamentos no Pará, e outros 89 mil me construção. Isso tudo irá atender cerca de 7% da população do Estado, em um dos melhores índices do Brasil”, afirmou.
A presidenta ainda aproveitou o evento para afirmar sobre outros projetos no Pará. “O Pará é um dos Estados mais ricos do Brasil, pelo seu povo e biodiversidade, só precisa de INVESTIMENTOShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png. Estamos construindo mais cinco creches em Capanema, três usinas hidrelétricas no Estado, uma ferrovia entre o Pará e Minas Gerais e a hidrovia, que engloba a obra do Pedral do Lourenço, a qual reafirmo que será uma das maiores do Brasil”, completou. “O Sul e Sudeste já possuem grande infraestrutura. Agora vamos deixar a parte de cima do país com condições e oportunidades iguais”.
Após o pronunciamento, a presidente participou de uma coletiva de imprensa e depois deixou o local.
Fonte (DOL)
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MORADORES DE BUJARU INTERDITAM A PA-140

Moradores do município de Bujaru, região Nordeste do Pará, interditaram o quilômetro 2 da rodovia PA-140  desde a madrugada desta segunda-feira (30) em protesto pela falta de segurança na cidade.
O manifesto foi ocasionado após a morte de um homem identificado como José Nildo da Silva Soeiro, 28 anos, no sábado (28), assassinado durante uma tentativa de assalto praticada por dois adolescentes.
Os moradores dizem que a polícia prende os assaltantes e solta no mesmo dia, e nada é feito para coibir a criminalidade na região.
Trânsito
O trânsito na rodovia está bastante congestionado, pois os dois sentidos foram fechados e os manifestantes dizem que só liberam a via após a chegada da imprensa.
A Polícia Militar está no local.
(DOL com informações de Donilton Silva)
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