sábado, 5 de setembro de 2015

ALUNOS DA ESCOLA FÉ EM DEUS DENUNCIAM DESCASO

Cerca de cem alunos da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Fé em Deus, localizado no bairro do Tenoné, protestaram ontem pela manhã pedindo por melhorias no espaço escolar. Segundo os estudantes, além dos problemas estruturais das salas de aula e falta de merenda escolar de qualidade.Segundo o estudante do 9º ano do ensino fundamental, Danilo França, de 15 anos, a escola precisa de reparos emergenciais.
“O bebedouro só tem uma torneira para todo mundo usar e tem goteira na sala de aula. Quando chove a água escorre perto da fiação elétrica. A quadra de esportes é de terra e ficam poças de água”, detalhou. Desde 2012 havia uma placa informando que a Fé em Deus receberia reforma, o que não aconteceu. A merenda, segundo eles, é bolacha e mingau de arroz. “Desde o inicio do ano, quando tem merenda é só bolacha ou mingau de arroz. Uma vez a diretora fez questão de falar que comprou o lanche para nos dar, já que o governo não dava”, falou Danilo.
Eles relataram ainda que, na última limpeza realizada na caixa d’água da escola foi retirado um rato morto. Em nota, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informou que encaminha processo de redefinição das obras previstas para a escola e enviará uma equipe de técnicos até a unidade para “levantamento das demandas emergenciais”.
(Emily Beckman/Diário do Pará)
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fonte DOL

IMIGRANTES NÃO COMIAM HAVIA 2 DIAS, DIZ COMANDANTE DE NAVIO DO BRASIL Corveta resgatou 220 sírios e líbios que seguiam à Itália em barco de madeira. Embarcação estava quase sem combustível; 'fugiam da violência', conta.


Alguns dos 220 imigrantes resgatados pelo navio da Marinha brasileira no mar Mediterrâneo na sexta-feira (4) contaram que estavam há dois dias sem comer, relatou ao G1 o comandante da embarcação,  Alexandre Amendoeira Nunes.
Eles desembarcaram da corveta brasileira Barroso por volta das 14h deste sábado (5) no porto de Catânia, na Sicília (Itália), onde foram acolhidos e cadastrados pelas autoridades.
Conforme o comandante Nunes, os imigrantes, a maioria de origem síria e libanesa - havia também um indiano a bordo-, haviam partido de Benghazi, na Líbia, e estavam havia 7 dias em alto mar. A embarcação em que estavam, de dois andares e de madeira, levava cerca de 350 tripulantes quando, na verdade, tinha capacidade para apenas 80, diz Nunes.
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·         origens
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·         missões de resgate
·         caso aylan kurdi
·         como ajudar
O resgate ocorreu após a corveta Barroso ter sido acionada pelo Centro de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) italiano, que identificou navio com chance de naufrágio próximo à Grécia. A embarcação brasileira, que seguia para o Líbano, onde a Marinha participa de uma força naval em missão de paz da ONU, era a mais próxima do local para ajudar na tarefa.
"Os tripulantes estavam em dificuldades, o combustível estava acabando e estavam com pouca comida. Como o peso estava mal distribuído, a embarcação estava adernada de lado já", afirma o comandante. "Pelo que nos relataram, não havia um local específico de destino, buscavam qualquer local que pudessem desembarcar em solo italiano", explica o oficial brasileiro.
Com ajuda de um imigrante que falava inglês, a tripulação da corveta conversou com os imigrantes. "Eles não relataram que tinham medo, nada os preocupava. Diziam que o risco vale a pena. Estavam em busca de melhores condições de vida, e também de um local que pudessem trabalhar, onde não houvesse conflito. Fugiam da violência", afirma o comandante Nunes.
Nada os preocupava, diziam que o risco vale a pena. Estavam em busca de melhores condições de vida e também de um local que pudessem trabalhar, onde não houvesse conflito. Fugiam da violência"
Comandante Alexandre Amendoeira Nunes,
sobre os imigrantes resgatados
Resgatados
Entre os resgatados havia 89 homens, 94 mulheres e 37 crianças, inclusive 4 bebês  de colo. A maioria dos adultos tinha idades entre 30 e 40 anos. As crianças, conta o comandante, apresentavam queimaduras e assaduras, devido à exposição ao sol durante dias e também estavam com a roupa molhada. Uma mulher estava com o braço fraturado e uma outra, estava grávida.
Ninguém foi diagnosticado com doenças. Todos os imigrantes receberam soro, alimentação e cobertores, tendo sido avaliados por médicos e recebido remédios a bordo da embarcação brasileira.
 
 Em entrevista ao "Jornal Hoje", da TV Globo, o comandante relatou também que os imigrantes "se sentiram muito agradecidos" pelo resgate. "Hoje pela manhã, após servirmos um café da manhã, eles começaram a interagir mais com a nossa tripulação, a efetuar brincadeiras e se sentiram muito agradecidos com o fato de um navio brasileiro ter os resgatado".

"Me sinto apenas um cidadão, um servidor da Marinha do Brasil. Sinto muito orgulho do que faço perante o Brasil. Nada de heroísmo, apenas a nossa função de salvaguarda da vida no mar, como somos treinados desde os bancos escolares. Não considero isso heroísmo, mas parte do nosso dever na Marinha do Brasil", afirmou Nunes.
Pagamento
O comandante da embarcação clandestina não quis falar. Conforme o comandante brasileiro, os imigrantes relataram que pagaram para a travessia, mas não relataram o valor.

"A maioria estava só com a roupa do corpo. Alguns, as mulheres em especial, levavam mochilas com roupas para as crianças e documentos. Não encontramos objetos de valor", diz Nunes.

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fonte G1

POLÍCIA FEDERAL DESCOBRE REDE DE APOIADORES DO ESTADO ISLÂMICO EM SÃO PAULO

 O achado assusta. Ainda mais porque terrorismo, no Brasil, não é crime
O alarme da casa tocou pouco depois das 6 horas da manhã, numa rua típica do bairro do Pari, em São Paulo. Era a última sexta-feira de agosto. A Polícia Militar logo chegou ao local, na tentativa de evitar o que imaginava ser um assalto. Encontraram policiais federais armados, usando marreta para arrombar os 14 cadeados que trancavam o portão de ferro. Era a única casa da rua com cerca elétrica. Comparada às demais, parecia um bunker, rodeado por uma dezena de câmeras de segurança. A operação fora autorizada pela Justiça Federal com o objetivo de investigar um grupo suspeito de movimentar ilegalmente mais de R$ 50 milhões em cinco anos. ÉPOCA descobriu que os investigados formam uma célula especializada em lavagem de dinheiro, suspeita de apoiar oterrorismo. Seus integrantes defendem execuções em massa, a morte do presidente americano Barack Obama e o Estado Islâmico, a mais perigosa organização terrorista da atualidade.
 PERIGO MULTIPLICADO

 Imagens em seu perfil mostram simpatia ao terror (Foto: Reprodução)

operação Mendaz foi planejada com discrição. Mencionou apenas o desbaratamento de uma rede de empresas e CPFs falsos, montada para enviar dinheiro para fora do país sem identificar quem recebe. Conduzida pela Diretoria de Inteligência da Polícia Federal, a ação foi acompanhada pela Embaixada dos Estados Unidos, pela seção comandada por Steve Moore, agente do FBI. Na manhã daquela sexta-feira, a Embaixada de Israel também recebeu o informe da PF sobre a ação. Há um esforço conjunto para rastrear as conexões do grupo no exterior. É a primeira vez que uma operação da PF chega a um grupo tão estruturado de simpatizantes do terror no Brasil.

No topo do esquema de lavagem está o 
libanês Firas Allameddin. Em 2009, Allameddin tentou que o governo brasileiro o reconhecesse como refugiado. Isso poderia evitar que ele fosse expulso ou extraditado do Brasil. O pedido foi rejeitado. De acordo com as investigações, o grupo de Allameddin se valia de empresas de fachada e nomes falsos para enviar valores ao Líbano. O dinheiro provém, suspeita a PF, de golpes na praça, como estelionato, cheques sem fundo e empréstimos fraudados. “Tal rede se utilizaria de informações falsas para a obtenção de documentos que propiciaria a criação de pessoas físicas e jurídicas ‘fantasmas’ a fim de promover a abertura de contas, solicitar cartões, realizar operações de câmbio, remessa e saque de valores no exterior, ao arrepio das leis brasileiras”, diz a decisão que autorizou as buscas.

Allameddin e seus parceiros adotavam expedientes vários e dividiam tarefas no envio de dinheiro ao Líbano. Allameddin usava três CPFs. Seu irmão Fadi criava identidades falsas, com uma predileção por “Felipe”. Outro irmão, Toufic, pagava cartões de crédito com valores acima da fatura, para o excedente ser sacado no Líbano. Também usavam empresas de fachada. Uma casa de câmbio clandestina transferia dinheiro para uma corretora, que o remetia ao exterior. A tática dificultava o rastreamento.
 
Outra operação da Polícia Federal chegou a um muçulmano que vendia em Brasília análises simpáticas ao terrorismo
O libanês e os outros investigados publicam na internet imagens a favor do Estado Islâmico (EI), com vídeos com o anúncio do advento do califado – o mítico Estado a unir muçulmanos sob um único governo e um único chefe, que o EI acredita estar construindo, à base de matança, escravidão e estupros. Allameddin divulga na internet imagens de execuções pelo EI, com tiros na cabeça de prisioneiros. “Morram de inveja! O Estado Islâmico vai ficar para sempre e vai se espalhar”, afirma um dos textos publicados por um irmão de Allameddin. Corpos carbonizados são a imagem do perfil de Facebook de outro parceiro do libanês, também investigado. Se a lei antiterrorismo brasileira já estivesse aprovada, a situação deles poderia ser diferente – no projeto de lei em tramitação no Senado, já aprovado pela Câmara, a pena seria de até 13 anos de cadeia.

O grupo usava com frequência uma corretora especialista em transferências de dinheiro, localizada no bairro paulistano do Brás. Funcionários da agência relatam que os investigados davam explicações diferentes para as remessas e ficavam irritados quando o sistema não completava a operação. O grupo fazia transferências de baixo valor, sem a necessidade de conta bancária. Só Allameddin fez cerca de 300 operações em menos de dois anos, para enviar cerca de
R$ 2,5 milhões ao Líbano. É algo como um envio a cada dois dias, sempre abaixo de R$ 10 mil. Ficaram registrados na corretora do Brás cerca de 20 destinatários dos repasses, mas sem detalhes, apenas o primeiro nome. Pelas regras da agência, o limite diário é de US$ 1.900. Basta fornecer um nome e a senha para que qualquer um, em outro país, saque um valor em dinheiro vivo. Muitos saques foram feitos por Mohamed, um nome tão comum no Líbano quanto José no Brasil.

A investigação da PF começou a partir do 
egípcio Hesham Eltrabilypara chegar à célula financeira de Allameddin. Radicado no Brasil pelo menos desde 2002, Eltrabily leva uma vida discreta como comerciante em São Paulo. Era parceiro comercial de Allameddin numa loja chamada Nuclear Jeans. O local está fechado. Para o governo do Egito, Eltrabily é um terrorista, acusado de participar de um atentado que matou 62 pessoas em 1997. O Egito pediu a extradição dele e justificou: “O réu liderou e juntou-se a um grupo ilegal. Esse grupo usou o terrorismo para alcançar seus objetivos, marcando e assassinando homens da segurança e personagens públicas, bombardeando e destruindo instituições”. O Supremo Tribunal Federal negou o pedido, em 2003. Queria descrição melhor dos crimes cometidos.
fonte G1

sexta-feira, 4 de setembro de 2015


                                                  Convite da Igreja Evangélica Presbiteriana Renovada


DILMA DIZ QUE CORTOU 'TUDO O QUE PODERIA SER CORTADO' NO ORÇAMENTO

Presidente afirmou que pode discutir com receitas para evitar déficit.
Ela voltou a ressaltar que não quer transferir a 'responsabilidade' dos cortes.
Quatro dias após enviar ao Congresso Nacional uma proposta de Orçamento com previsão de déficit de R$ 30,5 bilhões para o ano que vem, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (4), em entrevista a rádios da Paraíba, que o governo cortou "tudo o que poderia ser cortado". Sem falar diretamente em aumento de tributos, ela destacou que Executivo e Legislativo podem, "perfeitamente", discutir as receitas necessárias para equilibrar a peça orçamentária.
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·         entenda o que é déficit
·         inflação estimada: 5,4%
·         previsão para o PIB
·         impostos vão subir
·         repercussão política
·         repercussão no mercado
·         beth cataldo: faltam reformas
·         rombo no INSS
·         aumento de gastos
Segundo a presidente – que terá nesta sexta-feira compromissos oficiais em João Pessoa e Campina Grande –,  ela só não cortou os programas sociais, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida. Para ela, há despesas que são essenciais e não podem ser cortadas.
Dilma ressaltou que optou por enviar a proposta orçamentária com previsão de déficit para "deixar claro" que o governo preferia "construir junto com a sociedade", uma alternativa.
"No Orçamento, nós cortamos tudo o que poderia ser cortado. Nós não cortamos os programas sociais, como o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida, o Prouni, o Fies, o Mais Médicos, a construção de postos de saúde, as cisternas e também os investimentos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos", explicou na entrevista a presidente da República.
"Quando você está passando por uma dificuldade, você tem que preservar aquilo que garante que assim que essa dificuldade passar, você avance. Você continue levando o país a uma melhoria de distribuição de renda, a mais inclusão social, a mais participação na riqueza do país. Para isso, tem alguns gastos que são essenciais, que são esses que eu disse. E, portanto, nós não podemos cortar esses gastos para evitar o retrocesso", complementou.
A chefe do Executivo também voltou a dizer nesta sexta que o governo não irá terceirizar a responsabilidade de apontar os cortes necessários para zerar o Orçamento. Dilma observou que ela tem até o fim do ano para equilibrar a proposta.
Na última quarta (2), depois de a peça orçamentária com déficit gerar polêmica no parlamento, a presidente da República disse que o governo não quer "transferir para ninguém" a responsabilidade de ajustar as previsões de despesas e receitas. Na ocasião, ela prometeu que o Executivo encaminhará complementos à proposta orçamentária para construir uma solução junto com o Legislativo.
"Optamos por um caminho de transparência e verdade. Optamos por enviar um orçamento com déficit de R$ 30,5 bilhões. Isso porque queríamos deixar claro que preferimos deixar construir isso junto com a sociedade para lidar com o fato de que estamos com queda de receita. Debater com o Congresso como fazer para resolver esse problema", enfatizou Dilma nesta sexta.
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Programas sociais
Em meio à entrevista às rádios paraibanas, a presidente ponderou que o dinheiro para bancar os programas sociais da administração federal não são os gastos que mais pesam no Orçamento.
De acordo com ela, as maiores despesas na União ocorrem nas áreas de previdência, benefícios assistenciais, funcionalismo e gastos obrigatórios, que, destacou Dilma, consomem quase 88% dos R$ 1,2 trilhão previstos no Orçamento de 2016.
"O que faz desequilibrar [o Orçamento] são os gastos previstos na lei e que, queira ou não, o governo tem que cumprir. Tem que ter cuidado com leis que criam custos", alertou a presidente, criticando indiretamente a aprovação, por parte do Congresso, de projetos que elevam os gastos da União, as chamadas "pautas bombas".
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Outro item que está na pauta é o veto ao fim do fator previdenciário. Últimas sessões marcadas para análise de vetos foram adiadas.
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Do G1 PB e do G1, em Brasília


DILMA ENTREGA CASAS EM CAMPINA GRANDE E GARANTE OBRAS DE MOBILIDADE

Um conjunto habitacional construído pelo programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ foi inaugurado no início da tarde desta sexta-feira (4) pela presidente Dilma Rousseff em Campina Grande. Algumas famílias subiram ao palco e a presidente entregou chaves a elas de forma simbólica. As casas ficam no bairro da Catingueira, região da Alça Sudoeste da cidade.
Ao todo são 1.948 casas entregues a famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil, um investimento de R$ 91,3 milhões do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Os terrenos, orçados em R$ 1,9 milhões, foram doados pela Companhia Estadual de Habitação Popular da Paraíba (Cehap-PB). Cada casa do Residencial Acácio Figueiredo e Raimundo Suassuna é composto por dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, sendo 98 unidades com banheiro para idoso e 59 destinadas a pessoas com necessidades especiais.
Segundo Dilma, 64 mil famílias na Paraíba já foram contempladas pelo programa e o condomínio inaugurado nesta sexta-feira em Campina Grande é um dos maiores do 'Minha Casa'. "Neste momento, tem 12,4 mil pessoas aqui em Campina Grande que já atingiram o sonho da casa própria", comemorou a presidente, que encerrou seu discurso desejando que os moradores "sejam felizes dentro das casas".
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Durante a manhã, a presidente disse em entrevista a rádios da Paraíba que o programa‘Minha Casa, Minha Vida’ está entre os que não foram cortados do Orçamento  para 2016, junto com outros programas sociais, como o Bolsa Família. "Nós escolhemos gastar com a casa própria  para as pessoas que mais precisam", disse durante a inauguração.
À tarde, a presidente participa de duas atividades no Centro de Convenções, em João Pessoa. Ela se encontra com um grupo de empresários e depois apresenta o ‘Dialoga Brasil’ na Paraíba. O programa é um novo canal de comunicação com a população na internet, criado para estimular a participação digital nas atividades governamentais.
Mobilidade garantida no Orçamento
Além da questão da moradia, Dilma também garantiu que os investimentos em mobilidade são outra prioridade no Orçamento de 2016, que tem previsão de déficit de R$ 30,5 bilhões, mas inclui a continuidade de obras em andamento. “Vamos concluir a BR 101 e o contorno de Campina Grande, na BR-230, que estão previstas nos gastos enviados ao Congresso”, disse. A presidente também destacou a transformação do trem que liga João Pessoa a Bayeux, Santa Rita e Cabedelo em VLT e a adequação de 118 km de corredores para ônibus em João Pessoa e Campina Grande.
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fonte G1 PA