segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

AEROPORTO DE RURÓPOLIS É OCUPADO POR SEM TETO


 
Na noite de sexta feira 12 de Dezembro de 2014, um grupo de sem teto invadiu o Aeroporto de Rurópolis, segundo informação o grupo reivindica  a érea para construção de moradia, os participantes da ocupação falaram o que trouxe eles ocupar a área do Aeroporto é a falta de 
 condição de compra um lote para fazerem casa pra morar, informaram que a ocupação é pacifica mais vão permanecer na área e construir suas casa, informaram a inda que ater o momento não foram procurados por nem uma autoridade do município por tanto estão em paz.  

                                               Veja fotos


ATRASE O ENVELHECIMENTO COM UMA CASTANHA AO DIA


Ao mastigar uma única castanha-do-pará, você recarregará os níveis de um mineral extremamente importante para uma vida longa e saudável: o selênio. A pequena oleaginosa repõe a quantidade do nutriente necessária para combater o envelhecimento celular, causado pela formação natural daquelas incansáveis moléculas que danificam as células, os radicais livres. 
A castanha-do-pará deve ser consumida diariamente, mas é importante que seja apenas uma unidade. A recomendação é de que um adulto consuma, no mínimo, 55 microgramas de selênio por dia, e com uma unidade da nossa castanha já é possível encontrar bem mais do que isso de 200 a 400 microgramas do bendito. Aliás, o limite de consumo diário do mineral é de 400 microgramas, então, não vá com muita fome ao pote. A castanha-do-pará pode ser consumida pura ou como ingrediente para diversas receitas, pois nem o fogão nem a geladeira conseguem detonar as reservas de selênio.

O selênio se liga a algumas proteínas já existentes em nosso corpo para formar essas enzimas antioxidantes que combatem os radicais livres. O mineral da castanha também teria um papel especial na proteção do cérebro. Devido a essa capacidade de acabar com a farra dos radicais livres, as células nervosas seriam preservadas, evitando o surgimento de doenças neurodegenerativas com a idade. A tireoide também funciona melhor na presença do selênio; isso porque, se não houver esse elemento, ela não consegue produzir direito seus célebres hormônios.
O mineral também está diretamente associado à capacidade de o organismo se livrar de substâncias tóxicas, ajudando-o inclusive a expulsar possíveis metais pesados que se alojam nas células. Sem excesso 
Porém, o selênio deve ser apreciado com moderação. Quando os especialistas recomendam uma castanha diária, é para segui-lo à risca. Esse consumo ideal e comedido é que faz todas essas enzimas que dependem do nutriente trabalharem de forma adequada. Em excesso, o selênio não vai potencializar sua ação. E o pior: mais cedo ou mais tarde, o exagero rotineiro vai revelar o lado negro da substância. Sim, ele existe: a toxicidade.  É o que acontece se a pessoa ingerir mais de 800 microgramas por dia.
É que o selênio tem efeito cumulativo. Isso não significa que abusar de vez enquando das deliciosas castanhas em uma happy hour com amigos traga grandes ameaças. O perigo é comer essas oleaginosas além da conta todo santo dia.  Quem experimentar ataques sucessivos de gula poderá sentir dor de cabeça, ficar com as unhas fracas e ver seus cabelos caírem. Mas, em geral, quem come dez castanhas hoje não vai se empanturrar delas amanhã.
FAZENDO A CONTA
Para chegar à quantidade de selênio de uma castanha-do-pará (de 5 gramas), você teria que consumir, em média:
-O equivalente a 3 filés de frango (100 gramas cada um) 
-16 pães franceses (50 gramas cada um)
-100 copos de leite (200 mililitros por copo) 
-10 ostras (33 gramas cada uma) 
-3 latas de sardinha em conserva (130 gramas cada uma).

(com informações das revistas Saúde e Boa Forma)

VÍDEO MOSTRA EXPLOSÃO APÓS ACIDENTE ENTRE ÔNIBUS E CAMINHÃO-TANQUE NO PI PRF confirma que sete corpos já foram encontrados em meio aos destroços. Acidente aconteceu entre as cidades de Lagoa do Piauí e Monsenhor Gil.


Um grave acidente foi registrado na manhã desta segunda-feira (15) próximo ao Km-40 da BR-316, entre os municípios de Lagoa do Piauí e Monsenhor Gil, Centro/Norte. Um ônibus da empresa Transbrasiliana que saiu de Brasília com destino a Teresina colidiu com um caminhão-tanque que trafegava em sentido contrário e os dois veículos se incendiaram. A Polícia Rodoviária Federal confirmou que sete corpos já foram localizados, quatro dentro do ônibus, dois ao lado dos destroços e um preso nas ferragens do caminhão. No entanto, a PRF aguarda o fim da perícia para informar se há ou não mais mortos. Três pessoas foram socorridas em estado grave e encaminhadas ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT).
Veículos incendiaram após a colisão na BR-316
(Foto: Polícia Militar)

Equipes de salvamento do Corpo de Bombeiros foram acionadas e estão no local do acidente. Um helicóptero da Polícia Militar também se deslocou para ajudar no resgate.
O coronel Clayton Gomes do Grupamento Tático da Polícia Militar disse que ao chegar ao local do acidente as chamas já haviam tomado de conta dos dois veículos e não houve como prestar algum tipo de socorro. Segundo ele, pelo menos três corpos estavam fora dos veículos, mas a PM ainda aguarda a chegada da perícia para averiguar se há mais vítimas no interior dos veículos.
“Não tinha muito o que fazer. Nossa atitude inicial foi interditar a pista para evitar que os motoristas trafegassem pela área”, informou.
De acordo com o inspetor Carlos Maurício da PRF, um caminhoneiro que vinha atrás do ônibus relatou que o motorista tentou fazer uma ultrapassem e que o trecho seria permitido, mas acabou não vendo o caminhão-tanque. “A testemunha disse que o motorista do ônibus tentou desviar, mas os dois (ônibus e caminhão-tanque) acabaram colidindo lateralmente”, disse.
·          Rodovia ficou interditada e longo congestionamento se formou na via  (Foto: Alberto Dias)
A reportagem do G1 entrou em contato com a empresa Transbrasiliana e esta informou que foi comunicada do acidente, mas não soube dar detalhes do ocorrido. Segundo o mapa da empresa, havia pelo menos sete pessoas no veículo, sendo dois motoristas.
As três pessoas feridas chegaram a ser levadas ao Hospital de Monsenhor Gil, mas tiveram que ser transferidas para Teresina. De acordo com informações da assessoria do HUT os pacientes são: Francisco José do Espiríto Santo e José Carlos Alves de Andrade. O outro ferido é uma criança de 5 anos. O diretor da unidade de saúde Gilberto Albuquerque disse que o estado de saúde dos três sobreviventes é grave e inspira cuidados. Ele informou que todos os feridos estão agitados com a tragédia e podem ter inalado bastante fumaça, por isso a preocupação no primeiro momento é a estabilização dos pacientes.
O acidente chegou a parar por cerca de 2h o trânsito na rodovia e um enorme congestionamento foi registrado.

DINHEIRO FALSO ESTAVA SENDO DERRAMADO EM NOVO PROGRESSO MAS ACUSADO JA ESTA ATRÁS DAS GRADES


polícia militar prende mais dois acusados de distribuírem dinheiro falso em nossa região.
Na tarde deste domingo 07/12/2014, uma guarnição da polícia militar, composta pelo CB PM Queiroz, SD Albert e SD Luiz, efetuou a prisão dos elementos Vágner Xavier Moreno de Moura e José Gustavo de Oliveira, acusados de distribuírem dinheiro falso e Novo Progresso e região. Segundo informações da delegacia, José Gomes já tem passagem por homicídio.
É a segunda apreensão de dinheiro falso realizada pela Policia Militar em menos de (15) quinze dias em Novo Progresso
Com os acusados foi encontrada uma quantia de três mil e oitocentos reais (R$ 3.800) em notas de 100 Reais, supostamente em material falso.
(Informações da Delegacia de Novo Progresso)
fonte Dia a Dia do progresso

A vida de Raimundo Padre


domingo, 14 de dezembro de 2014

PAÍSES RICOS CEDEM E COP 20 APROVA 'RASCUNHO ZERO' DE ACORDO CLIMÁTICO Conferência terminou na madrugada de domingo, em Lima, no Peru. Texto é base de um novo tratado que tentará frear aumento da temperatura.

 
Depois de duas semanas de negociações tensas na COP 20, em Lima, as delegações de 196 países aprovaram o "rascunho zero" de um futuro acordo global do clima depois que as nações mais ricas fizeram concessões.
O documento aprovado na madrugada deste domingo (14) ressalta a culpa histórica de emissões de gases-estufa, o que atribui aos países desenvolvidos mais responsabilidades em comparação aos países em desenvolvimento.
O acordo climático global deve contemplar diversas ações para conter o aumento da temperatura do planeta e, com isso, frear os efeitos da mudança climática.
O "Chamamento de Lima para a Ação sobre o Clima", título dado ao documento, foi aprovado por consenso à 1h24 (4h24 no horário de Brasília) na Conferência das Nações Unidas. A aprovação aconteceu um dia e meio depois da data prevista para terminar a cúpula. A falta de entendimento em vários pontos atrasou o fim do encontro.
Principais decisões
O texto decide sobre três diferentes focos de negociação. O primeiro, a criação de elementos-chave que farão parte do novo acordo: medidas para conter o aquecimento global como corte de emissões, redução do desmatamento, inovações nas indústrias, investimentos em energias renováveis e etc. Ainda não há definição sobre isso e o tema voltará a ser discutido no ano que vem (leia mais abaixo).
 
Plenária final da COP (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
O segundo foco é a determinação do tipo de metodologia que os países seguirão para formular suas metas de redução de emissões, as chamadas Contribuições Intencionais Nacionais Determinadas (INDCs, na sigla em inglês). O resultado acordado diz que os países terão obrigação de apresentar apenas propostas de mitigação e, se quiserem, podem incluir dados sobre adaptação. As informações terão que ser entregues à ONU até outubro de 2015.
O terceiro ponto pede aos países desenvolvidos que tomem iniciativas para conter sua poluição entre 2015 e 2020, período que antecede o novo acordo. Não houve um resultado forte sobre esse assunto, tanto que o texto usa o jargão diplomático "encoraja" e não "decide". Nesse caso, o "rascunho zero" pede a análise de oportunidades ambiciosas para conter o lançamento de gases para a atmosfera.
Esse conjunto de informações será a base para a criação de um plano mundial a ser firmado em 2015, em Paris, e que entrará em vigor em 2020. O novo tratado será obrigatório a todos os países e deverá impactar diversos setores econômicos. Seu objetivo principal é evitar que a temperatura do planeta aumente mais que 2ºC até o final deste século.
Caso nada seja feito, cientistas preveem uma maior ocorrência de fenômenos extremos como secas, enchentes, degelo dos polos e aumento do nível dos mares. A temperatura média da Terra já subiu 0,85ºC em relação à era pré-industrial.
Negociações ficaram travadas

Assim que o documento foi liberado, houve disputa entre os participantes para obter uma cópia (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
O principal impasse na COP 20 referia-se ao princípio de diferenciação das responsabilidades dos países em conter a emissão de gases-estufa. Em uma das plenárias realizadas, ficou evidente o confronto entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.
China, Brasil, Índia e África do Sul, os emergentes, não concordavam com a abordagem apresentada em um rascunho anterior ao aprovado. Já Estados Unidos, União Europeia e Rússia, a parte rica, concordavam com o texto.
No rascunho definido nesta madrugada, esse princípio foi melhor referenciado, deixando claro que no novo acordo será levada em conta a culpa histórica de emissões.
Outro alvo de reclamação do grupo de países em desenvolvimento, o mecanismo de perdas e danos voltou a ser mencionado no texto, após os países ricos cederem. Criado na conferência de Varsóvia, em 2013, ele prevê ajuda a países vulneráveis já atingidos por desastres naturais. No entanto, o rascunho não detalha como esse instrumento vai funcionar.
Para o embaixador José Antonio Marcondes, principal negociador do Brasil, o texto aprovado na COP 20 é equilibrado, mas ainda não o ideal.
saiba mais
Elementos do novo acordo
Definidos e aprovados como anexo da decisão principal de Lima, os elementos vão nortear os negociadores na hora de estruturar o novo acordo ao longo do próximo ano.
Sua criação foi determinada na África do Sul, em 2011, dentro do instrumento chamado de Plataforma de Durban. Estão marcados quatro encontros para discutir o tema, sendo que o primeiro será em Genebra, em fevereiro, e o último em Paris, em dezembro, na COP 21.
O material de 37 páginas é considerado importante porque, sem eles, não é possível dialogar com setores econômicos e se chegar a compromissos para o clima no pós-2020.
O documento traz medidas que devem ser feitas nas áreas de mitigação (diminuição de emissões de gases-estufa), adaptação à mudança do clima, financiamento a tecnologias limpas e aplicação de recursos em países vulneráveis, entre outros assuntos. Todo o conteúdo está em aberto, ou seja, ainda não há conclusão sobre o que terá de ser feito.
Os temas foram separados em tópicos, com várias opções de planos. Ao longo das conversas diplomáticas, os itens vão sendo eliminados até que reste a proposta definitiva do acordo do clima.

Decisões complexas

Ativistas protestam antes da plenária final da COP 20. Eles gritam 'sem justiça, sem acordo', em referência à retirada de pontos do rascunho que tratavam da ajuda de países ricos a nações vulneráveis. (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
Um exemplo do nível de complexidade do documento pode ser visto na parte referente ao corte de gases (mitigação). Há três elaborações diferentes para o tema.
A primeira opção diz que é preciso frear o aumento da temperatura em 2ºC e 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais com o corte de emissões globais entre 40% e 70% até 2050, baseado nos níveis de 2010. Há ainda uma meta de zerar os gases emitidos até 2100.
Em outra opção, as partes terão que reduzir o lançamento de gases conforme sua capacidade e as emissões globais terão que atingir seu pico “o mais breve possível”, sem definir uma data e números. Além disso, diz o documento, os países terão que investir em tecnologia e oferecer financiamento a nações em desenvolvimento, a fim de apoiar ações de mitigação e adaptação.
A terceira opção diz apenas que os países sigam o princípio das “responsabilidades comuns, porém diferenciadas” para alcançar uma meta para conter as emissões e o aumento dos termômetros. Uma alternativa considerada simplificada.
Finanças e proposta do Brasil
O conjunto de textos contempla também informações sobre a adaptação aos efeitos da mudança climática e perdas e danos (mecanismo que compensa nações que já sofrem atualmente com desastres naturais).
A parte do rascunho sobre financiamento, assunto mais delicado nos diálogos sobre o clima, tem seis páginas e tenta definir como os países desenvolvidos e em desenvolvimento vão mobilizar dinheiro para investimentos a longo prazo.
Também será levada para as discussões do próximo ano a proposta brasileira de diferenciação concêntrica, que tenta melhorar o princípio de "responsabilidades comuns, porém diferenciadas".
O conceito coloca os países em três níveis, cada um deles com um “menu" de critérios para diminuir as emissões. Nações desenvolvidas ficariam no círculo central e teriam que fazer cortes em todos os setores da economia. Os emergentes, como Brasil, China e Índia, ficariam no segundo nível, com mais opções para frear o aquecimento. Países vulneráveis, como os Estados-ilha, não empreenderiam grandes ações e estariam no terceiro nível.

Da esquerda para a direita, o ministro Raphael Azeredo com o embaixador José Antonio Marcondes Carvalho, que lidera a equipe de negociadores do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também participou da COP do Peru (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
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