domingo, 31 de janeiro de 2016

TEMER FAZ OFENSIVA SOBRE ALIADOS DE RENAN PARA EVITAR CHAPA DE OPOSIÇÃO



Grupo do presidente do Senado avalia disputar a presidência do PMDB.
Pressionado, Temer passou a viajar pelo país para buscar apoio à reeleição.

Disposto a costurar um acordo com adversários internos para permanecer no comando do PMDB pelos próximos dois anos, o vice-presidente da República, Michel Temer, deu início a uma ofensiva sobre aliados do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a fim de evitar o lançamento de uma chapa de oposição na eleição que irá escolher o novo presidente do partido.
A votação que elegerá a nova direção do PMDB está prevista para março, durante a convenção nacional da sigla, em Brasília.
Algumas lideranças peemedebistas, como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), defendem que a legenda aproveite o encontro partidário para discutir o rompimento com o governo Dilma Rousseff.
Atualmente, o PMDB controla, além da Vice-Presidência da República, seis ministérios e diversos cargos de segundo e terceiro escalão do governo federal.
Até o momento, o único candidato para o cargo de presidente do PMDB é Michel Temer. Ele está no comando do partido desde 2001.
No entanto, depois da troca de farpas protagonizada publicamente em dezembro pelo vice-presidente da República e pelo presidente do Senado, aliados de Renan passaram a ventilar o interesse do senador alagoano em patrocinar uma candidatura de oposição a Temer.
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Os dois se estranharam após Eduardo Cunha autorizar, no início de dezembro, a abertura do processo de impeachment de Dilma.
Mesmo pressionado por integrantes do Palácio do Planalto a manifestar apoio à presidente da República, Temer optou por não criticar a tentativa de oposicionistas de afastar a petista da Presidência.
Renan, entretanto, aproveitou a ocasião para se aproximar ainda mais de Dilma.
Além de ajudar o Planalto a aprovar no apagar das luzes de 2015 a mudança da meta fiscal e o Orçamento da União para 2016, o presidente do Senado surpreendeu o PMDB ao criticar a postura do presidente do partido no episódio da destituição do deputado Leonardo Picciani (RJ) como líder do PMDB na Câmara.
Simultaneamente, senadores ligados a Renan acusaram o vice-presidente de ter operado uma intervenção na bancada da Câmara para afastar Picciani, que havia indicado apenas deputados afinados com o governo para a comissão especial do impeachment.
À época, Renan acusou Temer e o próprio PMDB – partido comandado pelo vice há 14 anos – de terem "muita culpa" na crise política que o país enfrentou no fim do ano passado.
Em resposta à provocação do presidente do Senado, Temer declarou, por meio de uma nota, que o PMDB "não tem dono nem coronéis". O mal-estar gerado pelas declarações rachou o partido.
Movimentação nos bastidores
Diante do risco de ver surgir uma candidatura de oposição, Temer passou a se movimentar nos bastidores.
A primeira reação do atual presidente do PMDB, relataram ao G1 pessoas próximas a Temer, foi procurar o senador Romero Jucá (RR-PMDB) para pedir que ele intermediasse junto ao grupo de Renan Calheiros uma chapa que contemplasse os aliados do parlamentar alagoano e tivesse o aval dos demais caciques da bancada.
A direção nacional do PMDB é formada por um presidente, três vices, três secretários e dois tesoureiros. Na composição atual, a primeira vice-presidência, a terceira e a tesouraria estão sob o comando de senadores próximos a Renan Calheiros – Valdir Raupp (RO), Romero Jucá e Eunício Oliveira (CE), respectivamente.
Peemedebistas dizem que o objetivo de Romero Jucá é trocar o atual posto de terceiro vice-presidente do PMDB pela presidência ou pelo cargo de primeiro vice – que assume o comando do partido em uma eventual licença do presidente.
Para isso ocorrer, entretanto, o atual primeiro vice, Valdir Raupp, teria de aceitar a troca em uma chapa ainda a ser formada – segundo pessoas próximas ao senador de Rondônia, ele espera ser consultado por Temer antes de a mudança ser definida.
Até onde eu sei, o Renan não tem interesse em disputar a eleição do PMDB e, por ora, patrocinar a de um outro candidato. O que se busca é a formação de um entendimento no qual todos se sintam contemplados. É isso. Tem que conversar e buscar o consenso amplo dentro do partido"
Senador do PMDB,
entrevistado sob a condição de anonimato
Ao G1, interlocutores de Temer afirmaram que ele procurou o senador Romero Jucá e pediu a ele que intermediasse, junto ao grupo de Renan Calheiros, uma formação que contemplasse os aliados do parlamentar alagoano e tivesse o aval dos caciques da bancada.
"Até onde eu sei, o Renan não tem interesse em disputar a eleição do PMDB e, por ora, patrocinar a de um outro candidato. O que se busca é a formação de um entendimento no qual todos se sintam contemplados. É isso. Tem que conversar e buscar o consenso amplo dentro do partido", afirmou um senador do PMDB entrevistado sob a condição de anonimato.
Segundo relatos de assessores do vice-presidente, Temer está interessado em um acordo com os senadores, e a decisão que lhe for apresentada sobre qual parlamentar deverá ocupar qual cargo terá o aval do atual presidente do PMDB para formar a chapa.
“O importante é fazer a composição neste momento. O ideal é que se estabeleçam as pontes necessárias para o consenso. Michel quer ouvir os senadores, saber qual cenário os interessa mais e, então, decidir o que fazer”, disse um interlocutor do vice.
Viagens
Além da ofensiva sobre os senadores próximos a Renan Calheiros, a outra estratégia adotada por Temer para se garantir na presidência do PMDB é viajar pelo país e se reunir com dirigentes do partido.
Somente nesta semana, por exemplo, ele visitou correligionários do Paraná, de Santa Catarina, do Rio Grande do Norte, da Paraíba e de Pernambuco.
Segundo a assessoria, já há pelo menos mais cinco estados confirmados para Temer visitar ao longo das próximas semanas, e outras viagens estão ainda em fase de planejamento.
Nessas agendas, ele também se reúne com empresários e discute com os colegas de partido as estratégias do PMDB para as eleições municipais de outubro.
Votos
Ao todo, 414 pessoas estão aptas a votar na eleição de março no PMDB, e elas representam 663 votos. No partido, alguns integrantes têm direito a mais de um voto. Por exemplo, um senador que ocupe cargo da direção da legenda vota duas vezes.
Segundo um dos articuladores da campanha de Temer no PMDB, uma estimativa no grupo ligado ao vice é que ele conseguiria, pelo cenário atual, em torno de 500 votos.
De acordo com esse interlocutor, há a tese de que parte dos diretórios do Ceará, Maranhão, Rondônia, Alagoas e Rio de Janeiro tendem a não apoiá-lo se houver outro candidato (esses estados, juntos, somam 242 votos).
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    Fonte G1 da globo

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ÁREA DE TRANSMISSÃO DA DENGUE MAIS QUE QUADRUPLICA



A área de transmissão da dengue no Brasil mais que quadruplicou, em uma década, saltando de 1,5 milhão de km² para 6,9 milhões de km². Isso significa que há mosquitos espalhando dengue em todos esses lugares, o que aumenta o alerta sobre como pode se disseminar o zika nos próximos anos, vírus que usa o mesmo vetor da dengue. Do Brasil, a nova doença tem potencial para se espalhar para o mundo.
Pesquisa publicada há uma semana no periódico de saúde The Lancet estimou o potencial de exportação da epidemia a partir do Brasil. Os pesquisadores, liderados por Oliver Brady, da Universidade de Oxford, mapearam os destinos finais de quase 10 milhões de pessoas que saíram do País para o exterior de aeroportos próximos de locais onde o zika foi transmitido: 65% tinham como destino as Américas, 27%, a Europa, e 5%, a Ásia.
Eles avaliaram, então, nesses destinos onde há áreas propícias à transmissão do zika, considerando a presença de mosquitos do gênero Aedes. Concluíram que cerca de 60% da população de EUA, Itália e Argentina - alguns dos países com maior fluxo de turistas para o Brasil - vivem em áreas onde pode ocorrer transmissão sazonal da doença. E só nos Estados Unidos 22,7 milhões de pessoas residem em áreas passíveis de transmissão de zika o ano inteiro.
Clima
O ano de 2015 foi o mais quente já registrado na história, de acordo com análise das agências americanas espacial (Nasa) e de oceanos e atmosfera (Noaa). Em média, para o mundo inteiro, a temperatura foi 0,9°C mais alta que a média registrada no século 20. O Brasil, somente em dezembro, chegou a ter em algumas regiões temperaturas máximas de 3°C a 5°C mais altas que a média para o mês, segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).
O clima mais quente segue tendência observada nos últimos anos e causada pelas mudanças climáticas, mas em 2015 foi particularmente intensificado pela presença de forte El Niño. Estudos que relacionem o aquecimento global a uma maior dispersão de doenças transmitidas por vetores ainda são pouco conclusivos, mas a teoria é defendida por vários estudiosos do assunto.
Na quinta-feira, a própria Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio de sua diretora-geral, Margaret Chan, disse esperar que o El Niño "incremente a população de mosquitos em muitas áreas (do mundo)."
"O que temos notado é que a dengue tem ido para áreas que eram mais frias, como o Sul do País, onde as temperaturas têm subido. Lá o mosquito tem vida mais curta, mas já temos visto surtos", diz Christovam Barcellos, da Fiocruz, que fez o mapeamento da expansão da dengue entre 2001 a 2013 (último ano em que estão disponíveis todos os dados por cidades).
(DOL com informações do portal UOL)
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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

DIA DE TERROR NA VIDA DOS AGRICULTORES DE RURÓPOLIS

 Pela a primeira vez trabalhadores é recebido com bala de borracha e splay de pimenta em Rurópolis
 Prefeito de Ruropolis Monta uma opereção de Guerra para receber trabalhadores Rurais



AGRICULTORES É RECEBIDOS A BALA DE BORRACHA E SPRAY DE PIMENTA PELA PREFEITURA DE RURÓPOLIS


 Rurópolis uma cidade com aproximadamente 45 mil habitante em seu município, localizada no entroncamento das BR Cuiabá Santarém e a Transamazônica no Oeste do Estado, distancia de quase 1100 km da capital Belém, o povo vive hoje os piores dias desta Região, os agricultores  se achando abandonados, se acamparam na frente da prefeitura fazendo uma pequena manifestação, reivindicando recuperação de estradas vicinais e travessão, recuperação e construção de pontes, investimentos na agricultura e melhoria da saúde do município.

 Os agricultores  em veze de serem discutidos as suas reivindicações forem recebidos com balas de borrachas e spray de pimenta pela policia que fazia a guarnição da prefeitura, onde o executor é  prefeito Pablo Genoino do PSDB.      
O povo que foram as urnas no dia 12 de Outubro de 2012 para eleger o então Prefeito Pablo Genoino do PSDB, hoje muitos destes se encontra feridos e espancados pela a policia que deveria esta fazendo segurança a estes cidadoes e cidadã que trabalha e paga seus impostos onde gera recursos para pagar os funcionários públicos incluindo a ir os salários de prefeitos, vereadores e da policia que hoje foi usada para maltratar pobres trabalhadores que só querem unicamente ser ouvidos pelo o prefeito que eles elegeram,  mais em vez disto  estão sendo espancados e baleados por bala de borracha na frente da prefeitura de Rurópolis. 


JANOT PEDE AO STF AUTORIZAÇÃO PARA INVESTIGAR DELCÍDIO, RENAN E JADER

Janot pede ao STF autorização para investigar Delcídio, Renan e Jader
Em outro pedido, PGR solicita investigação de Renan, Jader e de deputado.
Procurador-geral aponta suspeitas de corrupção passiva e lavagem.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu nesta segunda-feira (30) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de mais dois inquéritos na Operação Lava Jato para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) – presidente do Senado – Delcídio do Amaral (PT-MS), e Jader Barbalho (PMDB-PA).
Em outro pedido, o chefe do Ministério Público quer investigar Renan, Jader e o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE). Nas duas solicitações de abertura de inquérito, as suspeitas são de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Os senadores Renan Calheiros, Delcídio Amaral e Jader Barbalho podem vir a ser alvo de novo inquérito no STF (Foto: Montagem com imagens de Waldemir Barreto/Agência Senado, Moreira Mariz/Agência Senado e Jefferson Rudy/Agência Senado)
 http://s2.glbimg.com/Oti462O5WHhNGlLd5GDvImGdzOk=/0x0:300x135/300x135/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2014/09/05/lava-jato.jpg

·         vídeo: o esquema
·         cronologia
·         vídeo: entenda a operação
·         vídeo: delação premiada
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Os pedidos estão em segredo de Justiça e se baseiam em petições ocultas – procedimentos adotados no Supremo para manter em sigilo as delações premiadas.
A delação homologada em data próxima à do pedido de investigação é a do lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, acusa de ser um dos lobistas do PMDB no esquema de corrupção que atuava na Petrobras. O PMDB nega a acusação.
Se os dois inquéritos forem abertos, Renan será alvo de cinco inquéritos da Lava Jato. Delcídio do Amaral será investigado em duas apurações.
Jader Barbalho até então não figurava na lista de investigados da Operação Lava Jato. Se o Supremo autorizar a investigação, o total de investigados na Operação Lava Jato vai a 68 – 23 deputados, 14 senadores, 1 ministro de Estado e 1 ministro do Tribunal de Contas da União.
Atualmente, são 31 inquéritos abertos no Supremo e quatro pedidos de abertura de inquérito pendentes – os dois que chegaram nesta segunda-feira e mais dois contra o senador Fernando Collor de Mello, que chegaram há duas semanas.
Por meio de sua assessoria de imprensa, Renan Calheiros reiterou que suas relações com as empresas públicas "nunca ultrapassaram os limites institucionais" e que o senador "nunca autorizou, credenciou ou consentiu" que seu nome fosse utilizado por terceiros
A assessoria do presidente do Senado informou, ainda, que ele já prestou os esclarecimentos necessários, mas que está à disposição para novos informações, se for o caso.
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A assessoria de imprensa de Delcídio do Amaram informou ao G1 que o advogado do senador precisará se inteirar do caso para divulgar um posicionamento.
Procurado pelo G1, o senador Jader Barbalho informou desconhecer a situação. "Estou tomando conhecimento por você. Não tenho nenhuma manifestação a fazer por desconhecer qualquer razão [para abertura de investigação]".
O G1 tentou contato com a assessoria de Aníbal Gomes e com o advogado dele, mas até a última atualização desta reportagem ainda não havia obtido resposta.
tópicos: fonte Mariana OliveiraDa TV Globo, em Brasília
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·         Supremo Tribunal Federal
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