sábado, 16 de abril de 2016

VACINAÇÃO COMEÇA NESTA SEGUNDA EM 81 CIDADES DO PA

Campanha de vacinação protege contra os 3 tipos de vírus causadores da gripe que mais circulam (Foto: Agência Brasília/Fotos Pública)
A campanha de vacinação contra a gripe deverá ter início nesta segunda-feira (18), em 81 municípios paraenses. A imunização nacional está prevista para começar no próximo dia 30. Porém, em alguns estados, como o Pará, a ação foi antecipada em função do aumento dos casos da gripe A,
causada pelo vírus H1N1.
Segundo a coordenadora estadual de imunização da Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa), Jaíra Ataíde, entre os municípios que iniciarão a campanha de vacinação nesta segunda-feira estão Marabá, Santarém, Altamira, Cametá, Conceição do Araguaia, Belém e demais municípios da região metropolitana.
Nos demais municípios, a vacina deve chegar até terça-feira (19). “Com as vacinas recebidas, cada município tem autonomia para determinar a data e os locais da campanha”, informa Ataíde. A coordenadora destaca que é importante entender que a vacina previne contra os 3 tipos de vírus que mais circulam (H1N1, H3N2 e influenza B), mas que existem outros.
CUIDADOS
“A vacina é uma força, mas os cuidados têm de continuar”, orienta. Ela cita como medidas preventivas o ato de lavar as mãos frequentemente e cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar. Já na rede privada, em Belém, as vacinas continuam em falta.
De 4 clínicas procuradas pelo DIÁRIO ontem, somente uma tinha as doses. Nas demais, o estoque, renovado nos últimos dias, está esgotado. Uma delas, a Climep, anuncia em seu site que não há vacina e que deverá estar disponível na sexta-feira (22), custando R$ 149,00 no cartão e R$ 135,00 à vista.
Já a Intervida estima normalizar as aplicações na quarta-feira (20), ao custo de R$ 110,00, com desconto de R$ 10 para pagamento à vista. Na Prophylaxys, a estimativa é de que as vacinas cheguem até quinta-feira (21). Lá, a dose custa R$ 150,00. Ontem, a única clínica que tinha vacina era a Vaccini, que cobra R$ 90 por cada dose.
Saiba mais sobre a vacinação e a gripe
PÚBLICO ALVO
Terá prioridade na vacinação o grupo de risco mais suscetível às gripes, formado por gestantes, crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos, puérperas, trabalhadores de saúde das áreas pública e privada, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas e detentos, além de funcionários do sistema penitenciário.

DOENÇAS CRÔNICAS
Pessoas portadoras de doenças crônicas devem providenciar com antecedência a prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina. O laudo deve ser apresentado no ato da vacina.

PREVENÇÃO
Medidas de higiene podem ajudar na prevenção contra gripe, como manter janelas abertas e ambientes arejados e lavar bem as mãos - já que a transmissão dos vírus Influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar.

SINTOMAS
Os sintomas da gripe são febre, tosse ou dor na garganta, além de dores na cabeça, musculares e nas articulações. O agravamento pode ser identificado quando a pessoa tem falta de ar, febre por mais de 3 dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração. O mais indicado, nesse quadro, é procurar um serviço de saúde o mais rápido possível.
(Diário do Pará)
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PLANILHA APONTA PARTE DE SUPOSTA PROPINA DE R$ 52 MILHÕES PARA CUNHA

Documento faz parte de delação de executivo da Carioca Engenharia.
Presidente da Câmara não se manifestou sobre investigações.
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Planilha que faz parte da delação premiada do executivo da Carioca Engenharia Ricardo Pernambuco Júnior, investigado na Operação Lava Jato, detalha como teria ocorrido o pagamento de parte da suposta propina de R$ 52 milhões ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
A peça faz parte de inquérito autorizado contra Cunha pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, a pedido da Procuradoria-Geral da República.
Planilha de depósitos entregue pelo empresário Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, aos investigadores, detalha depósitos que teriam sido propina para Eduardo Cunha (Foto: Reprodução)
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·         vídeo: o esquema
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·         vídeo: entenda a operação
·         vídeo: delação premiada
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A planilha foi divulgada nesta sexta-feira (15) pelo jornal "Estado de S. Paulo" e faz parte da delação, revelada pela revista "Época" em dezembro.
Procurado, Eduardo Cunha disse que não vai se manifestar sobre o caso, que o assunto relativo à empresa Carioca é velho e que já se manifestou anteriormente.
A investigação da Procuradoria se baseia nas delações premiadas dos empresários da Carioca Engenharia Ricardo Pernambuco Júnior e do pai dele Ricardo Pernambuco. Segundo os delatores, o peemedebista recebia propina de a partir de recursos do FI-FGTS, um fundo destinado a empresas. A delação foi homologada pelo STF.
Este é o terceiro inquérito contra Cunha. A suspeita da PGR é que o parlamentar tenha solicitado e recebido propina do consórcio formado por Odebrecht, OAS e Carioca Christiani Nielsen Engenharia – que atuava na obra do Porto Maravilha – no montante de cerca de R$ 52 milhões.
Na planilha apresentada pela Carioca são detalhadas 22 transações que somam quase US$ 4,7 milhões. A primeira transferência de dinheiro teria sido feita no Israel Discount Bank no valor de US$ 220 mil.
Conforme os delatores, Cunha teria recebido propina no valor de 1,5% dos títulos comprados pelo FI-FGTS, paga em 36 parcelas. O documento entregue aos investigadores mostra depósitos feitos entre agosto de 2011 e setembro de 2014, que teriam sido propina a Cunha.
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Ainda segundo as investigações, Cunha era próximo do então vice-presidente da Caixa Fábio Cleto, que integrava o conselho curador do FGTS. O dinheiro do fundo seria utilizado para permitir as obras do porto.
Para Rodrigo Janot, as informações apresentadas pelos delatores são "robustas" e fundadas, além de depoimentos, em documentos bancários que comprovam transferências, extratos de contas na Suíça, emails e anotações.
Além de abrir o inquérito, o ministro Teori Zavascki também autorizou a coleta de provas.
Delação dos empresários da Carioca
Nos depoimentos feitos dentro da delação, os empresários citam encontros com Eduardo Cunha e transferências de conta de Ricardo Pernambuco, na Suíça, para contas indicadas pelo deputado, também na Suíça. Eles entregaram e-mail citando transferência de 181 mil francos suíços. Segundo a PGR, documentação bancária sobre o inquérito que veio da Suíça confirma o recebimento desse dinheiro.
Os encontros narrados teriam ocorrido na Câmara dos Deputados e no Rio de Janeiro, além de reuniões ocorridas no escritório da empresa em São Paulo.
Segundo Janot, os fatos apresentados pelos empresários comprovam ainda suspeitas presentes no principal inquérito da Lava Jato em andamento no Supremo, o que apura se existiu uma organização criminosa para fraudar a Petrobras e outros órgãos, como BR Distribuidora, Transpetro e Caixa Econômica Federal.
Atualmente, cerca de 40 pessoas são investigadas por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e corrupção.
"Considerando que Eduardo Cunha é suspeito de integrar o alto escalão da organização criminosa que atuou não apenas na Petrobras, mas também em diversos outros órgãos e entes públicos, torna-se imprescindível ao bom andamento da investigação envolvendo os fatos veiculados na presente colaboração que a apuração seja feita em conjunto com as demais peças desse grande quebra-cabeça criminoso denominado Operação Lava Jato," afirmou Janot.
Além disso, Janot pediu que a delação dos empresários seja juntada ao inquérito que apura se Cunha tinha contas na Suíça.
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quinta-feira, 14 de abril de 2016

BRASIL PODE SER PRÓXIMO ALVO DO ESTADO ISLÂMICO

O Brasil pode ser o próximo alvo do Estado Islâmico, segundo uma publicação feita no Twitter de Maxime Hauchard, 22 anos, em novembro de 2015. Nesta quarta-feira (13), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) afirmou que o perfil realmente pertence ao terrorista francês que aparece em vídeos do Estado Islâmico decapitando sírios. A informação foi publicada no portal IG.
"Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse País de merda”, diz a mensagem postada na rede social. A mensagem foi postada uma semana após os atentados coordenados na França, que deixaram 129 mortos e dezenas de feridos. A conta na rede social do terrorista já foi suspensa.
(Foto: reprodução/Twitter)
O diretor de Contraterrorismo da agência, Luiz Alberto Sallaberry, disse que o perfil foi monitorado e era de um dos maiores líderes do Estado Islâmico. A informação foi repassada na Feira Internacional de Segurança que está sendo realizada no Rio de Janeiro.
Segundo Sallaberry, no Brasil há um crescente nível de pessoas que dizem ter feito o juramento ao califado do Estado Islâmico, ou seja, concordantes com um grupo que deturpou os princípios da religião islâmica e utiliza a violência para expandir seu domínio territorial.
Para evitar possíveis ataques, a Abin intensificou cursos com setores de hotelaria, taxistas e outras pessoas para que elas possam identificar possíveis alvos terroristas em território nacional. Além disso, faz constante intercâmbio com forças estrangeiras e internas.
(Com informações do IG)
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IDEALIZADOR DA FICHA LIMPA DIZ QUE IMPEACHMENT NÃO DEVERIA SER COGITADO

Idealizador da Ficha Limpa diz que impeachment não deveria ser cogitado
Márlon Reis, juiz eleitoral no Maranhão, idealizador da lei da ficha limpa, em foto de 2012
MAURI KÖNIG
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
14/04/2016  02h04
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Idealizador da Lei da Ficha Limpa, que só nas eleições de 2014 impugnou 500 candidaturas no país, o juiz maranhense Márlon Reis considera incabível o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O magistrado argumenta que um pedido baseado em falhas administrativas, a despeito da sua gravidade, não justifica a perda do mandato.
Para o juiz, a melhor solução é o julgamento da chapa de Dilma e Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral, não importando o resultado.
À Folha, o magistrado diz ainda concordar com a atuação do juiz Sérgio Moro na condução da Operação Lava Jato e elogia o instrumento da delação premiada.
*
Folha - No atual cenário, cabe o impeachment da presidente Dilma Rousseff?
Márlon Reis - Eu vejo dois graves problemas. Do ponto de vista constitucional, não há cabimento para o pedido, porque se baseia numa falha administrativa, que apesar de considerável, jamais poderia autorizar a destituição da titular do mais alto cargo da estrutura da República. Não há fundamentos para que possa ser sequer cogitado.
Na perspectiva política, há evidentemente a intenção de, através do impeachment, dar resposta à crise política retirando do poder apenas a presidente, quando na verdade a Presidência foi conquistada por um grupo político, uma chapa do PT e PMDB.
Não é possível acreditar que se resolverá o problema político cindindo uma relação que é unitária e indissolúvel.
As ações em andamento no TSE contra Dilma e Temer têm guarida jurídica?

O Brasil inaugurou um tempo em que a Justiça passou a ser cobrada em relação ao comportamento dos candidatos em campanha. Foi um trabalho histórico da sociedade.
São conquistas como o movimento contra a compra de votos no final da década de 90 e mais recentemente a Lei da Ficha Limpa. A sociedade reconhece e legitima os tribunais eleitorais, para que eles decidam sobre os temas relacionados à maneira como os candidatos se comportam nas campanhas eleitorais e que eventualmente desrespeitaram alguma norma.
Por isso, o TSE tem legitimidade para decidir com relação à candidatura da presidente, dos atos que a campanha dela possa ter praticado.
O TSE seria o caminho para um eventual impeachment?
Quando eu afirmo que o impeachment é incabível tanto constitucional quando politicamente, eu digo que o TSE deverá se pronunciar sobre as alegações graves que pairam sobre como a maneira como a chapa Dilma-Temer saiu vitoriosa. Elas são da mais alta gravidade, do possível uso de recursos indevidos na campanha. Se isso ocorreu, competirá ao TSE decidir. O que quero dizer é que o TSE tem toda a legitimidade institucional para tomar uma decisão, que deverá ser respeitada, qualquer que seja ela.
Como o senhor avalia as medidas do Ministério Público Federal de combate à corrupção?
Vi com muita simpatia. É possível questionar, ainda mais quando se apresenta um grande número de medidas, mas a iniciativa é excelente porque pauta o assunto das mudanças das normas sobre corrupção. O Brasil, quando toca nesse assunto, é incapaz de andar porque o Congresso não dá o menor respaldo para os projetos de lei em andamento sobre o tema. Então, o Ministério Público Federal acertou porque pode pautar o assunto.
O senhor vê no cenário atual efeitos da Lei da Ficha Limpa?
A lei tem efeitos na política atual, como o de barrar os casos mais grosseiros, escandalosos, de pessoas envolvidas com práticas ilícitas. A prova é que alguns candidatos que concorreram nas eleições passadas e foram barrados na Ficha Limpa já estão agora comprometidos em ações penais, alguns até foram presos.
Isso terá uma grande incidência nas eleições de 2016, porque a maior clientela da Lei da Ficha Limpa está entre os candidatos a prefeito.
Quantas candidaturas foram até hoje impugnadas pela lei?
Eu conduzi pesquisas até 2009. Até então, eram 675 cassados, cerca de 500 só entre prefeitos e vice, mais de uma centena de vereadores, foram cinco governadores, alguns senadores, deputados estaduais e federais.
O que o senhor pensa sobre a delação premiada?
É um instrumento moderno que tem permitido chegar a informações que jamais seriam alcançadas sem isso. Há muita falta de dados sobre ela, que por si só nada representa. O réu se dispõe a apresentar provas, expandindo a investigação, e ela só é válida se essas provas forem encontradas.
Há uma 'mitificação' do juiz Sérgio Moro?
A sociedade é sedenta por líderes. As pesquisas mostram que o maior problema percebido pelos brasileiros é a corrupção. Então aparece um juiz que toma decisões baseadas na sua convicção pessoal, e a demanda que ele preside gera essa vontade de identificá-lo como apto a solucionar a corrupção. Eu acredito que ele não buscou tamanha visibilidade. Ele tem feito o seu trabalho com muita prudência.
De forma geral, o que mais precisa ser aperfeiçoado para se combater a corrupção no Brasil?
Insisto na necessidade da reforma política. Nós não fizemos reforma política alguma. No passado, votou-se um arremedo mais uma vez, com mudanças até importantes, como a proibição de doações empresariais.
Também teremos mais instrumentos de transparência. Pela primeira vez teremos a fixação de limites para gastos de campanha. Precisamos mudar muito a maneira como votamos, especialmente na composição das casas parlamentares. Elas fulanizam o debate político, e isso pode ser mudado com o redesenho da estrutura das eleições brasileiras.
Quais seriam os três itens mais urgentes da reforma política?
Nós propomos que por exemplo que nas eleições parlamentares, o voto dado ao partido seja separado do voto dado ao candidato. Hoje o eleitor vê apenas o candidato, não sabe que bancada ele comporá, que ideias ele defenderá, sequer sabe se o seu candidato será de oposição ou de situação.
Se trata de uma proposta que defendemos de eleições parlamentares em dois turnos, aproveitando os dois turnos que já existem para o Executivo, em regra.
Votar primeiro no partido e compor uma bancada partidária, para só depois voltar às urnas e dizer qual candidato preencherá cada uma das vagas. Isso é uma medida simples e extremamente pedagógica.
Além disso, a necessidade de uma participação mais efetiva da mulher na política, que não se dá no modelo atual. A mulher precisa ser integrada no Parlamento não por uma questão de favor ou de benemerência, mas porque se trata de uma parcela da população que está gravemente subrepresentada.
O terceiro item é uma redução ainda mais drástica e um aumento da transparência nas contas das campanhas. Elas precisam ser baratas, a eleição não pode ser uma disputa financeira. 

Sergio Lima - 6.set.2012/Folhapress

PAI E FILHO SÃO PRESOS COM 112 QUILOS DE COCAÍNA EM CAMINHÃO EM MS

Prisões foram na noite dessa quarta-feira, na BR-262, em Corumbá.
Homem de 45 anos dirigia caminhão e filho fazia serviço de batedor.
Tabletes de cocaína apreendidos em caminhão (Foto: Divulgação/ DOF)
Pai e filho foram presos na noite dessa quarta-feira (14), na BR-262, em Corumbá, a 415 quilômetros de Campo Grande, com 112 quilos de cocaína. Segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (15) pelo Departamento de Operações da Fronteira (DOF), ambos confessaram o tráfico de drogas.

De acordo com o DOF, homem de 45 anos dirigia um caminhão com placas de São Gabriel do Oeste que foi abordado por policiais no posto Lampião Aceso. A droga estava escondida em fundo falso do tanque de combustível.
saiba mais
O motorista, que mora na capital sul-mato-grossense, disse aos policiais que deixou o caminhão em um posto de combustíveis de Corumbá, outra pessoa pegou, escondeu o entorpecente e devolveu o veículo.
Ele disse que entregaria os 106 tabletes da droga em um posto de combustíveis, em Campo Grande.
O filho do motorista, de 23 anos, estava em outro veículo, uma caminhonete, e atuava como batedor. Ele foi abordado após o pai, na mesma rodovia, e, pelos registros telefônicos, foi constatado que os dois viajavam juntos.
Eles foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e afirmaram à polícia que receberiam dinheiro pelo transporte da cocaína.
Tabletes estavam escondidos em fundo falso de tanque de combustível (Foto: Divulgação/ DOF)
 Do G1 MS
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terça-feira, 12 de abril de 2016

VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT NO PLENÁRIO DA CÂMARA COMEÇARÁ ÀS 14H DE DOMINGO

BRASÍLIA — A sessão de votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados começará no próximo domingo às 14h, segundo cronograma definido em reunião dos líderes partidários com o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). As discussões do processo de afastamento terão início às 8h55 da sexta-feira (15). A informação foi passada pelos deputados Bruno Araújo (PSDB-PE) e Pauderney Avelino (DEM-AM), líder do partido. Os dois participaram da reunião com Cunha.
Na sexta-feira, tanto os autores do pedido de impeachment quanto a defesa da presidente Dilma terão 25 minutos para falar. No mesmo dia, cada um dos 25 partidos políticos com representação na Câmara terá o direito de falar por uma hora. Os líderes indicarão até cinco deputados para discursar.
Todos os deputados também terão direito de se inscreverem, entre às 9h e 11h de sexta, para discursarem no sábado (16), quando a sessão para discursos dos parlamentares inscritos começará às 11h. Cada deputado terá 3 minutos para falar. Os líderes também poderão discursar em todas as sessões - o tempo é proporcional ao tamanho das bancadas e varia de 3 a 10 minutos.
A sessão no domingo terá início às 14h, com a orientação das lideranças das legendas. Em seguida, os deputados serão chamados um a um para dizer o voto. O presidente da Câmara ainda não informou qual será a ordem de chamada dos parlamentares. Semana passada, chegou a ser divulgada uma lista na qual os parlamentares do Nordeste seriam chamadas por último. Para deputados governistas, a ordem deve ser alfabética, como foi na votação do impeachment do ex-presidente Fernando Collor.

— Não haverá possibilidade mais dos líderes e questões de ordem iniciada a votação. Há um entediamento de que cada deputado utilize 10 segundos para o seu voto — disse o deputado Bruno Araújo.