sexta-feira, 30 de outubro de 2015

LIXÃO TOMA ESPARSO DE SERES HUMANO EM RUROPOLIS

 A vicinal Pissarreira a 3 Km do centro comercial de Rurópolis os seus moradores estão sendo impedido de ir e vim por causa do lixo urbano que é dispensado nesta área.
 Os Jovens, Adolescentes, e crianças, que estuda tem que passa todos os dias e noite, por cima deste lixo, sendo obrigado a respirar, as fumaças toxicas e contaminadas deste lugar, os riscos e os danos que corre a suas saúde é imaginável.
 Seis famílias que  a inda não abandonou suas moradias estão arriscando a sua saúde e saúde de seus filhos, alem disto estão ficando sem meios financeiros pois estão impedidos de produzir por falta de mercado para seus produtos, já que e zona Rural  com apenas 3 Km de distancias do centro Urbano da cidade, os seus moradores trabalham com hortas e verduras, alem de outros pequenos plantio para vendas e seus sustentos, onde poderia ser uma maravilha e sossego se tornou um calço na vidas deste povo, a fumaça, mal cheiro, pragas e urubus, uma peste de mosca que danifica a vida, a saúde dos adultos e as crianças deste vicinal, o que mais chama atenção, é falta de assistências dos setores competentes, como prefeitura, câmara municipal, secretaria de saúde, principalmente a secretaria de meio ambiente deste município, o descaso destes setores é tamanha, é tão grande a ponto de ignorar estas pessoas e suas reivindicações, por muitas vezes este povo já reivindicaram na prefeitura, na secretaria de meio ambiente, e na câmara municipal, ater no ministério publico, mais foram vencidos pelo o silencio e o descaso das autoridades, uma coisa eu Raimundo Padre digo, este povo já falaram, espernearão, gritaram, denunciaram e agora sem força estão apena chorando, se ninguém fazer alguma coisa no sentido de para de jogar ou tirar o lixo deste lugar, sinto muito dizer isto mas logo estou escrevendo os nomes dos mortos ou condenados a morrer por descaso e abandono deste povo por partes de seus administradores e legisladores.
 TODAS ESTAS CHÁCARAS E FAZENDAS SÃO PREJUDICADAS POR ESTE LIXÃO VEJA FOTOS.







COMUNICADO


A Dengue e um dos principais problemas de saúde pública no mundo, as epidemias apresentam maior surto, com concentração dos casos no período de chuvas, que e a época em que as condições ambientais são propicias para o desenvolvimento e proliferação do mosquito vetor. Na chegada das chuvas e aumento da temperatura, os vetores encontram um ambiente propicio para uma rápida proliferação e novos ciclos epidêmicos se iniciam. A dengue

INÍCIO DA OPERAÇÃO DE BELO MONTE É ADIADO PELA SEGUNDA VEZ

Norte Energia diz que não será possível ligar 1ª turbina em novembro.
Para a Aneel, início da operação deve ocorrer em fevereiro de 2016.
O início da operação da hidrelétrica de Belo Monte , no Rio Xingu, no Pará, foi adiado pela segunda vez, em razão dos atrasos no chamado Sítio Pimental, a primeira usina do complexo prevista para entrar em atividade.
O contrato de concessão de Belo Monte prevê que a geração de energia deveria começar em 28 de fevereiro de 2015. A Norte Energia, consórcio responsável pela obra, não conseguiu cumprir o prazo, que foi adiado para novembro de 2015.

Na quarta-feira (28), o consórcio informou oficialmente que o prazo de novembro será descumprido e, portanto, o início da operação da usina, maior projeto na área de energia elétrica no país, foi novamente adiado. A empresa não informou a nova previsão para que a primeira turbina seja ligada.
O Sítio Pimental é uma casa de força complementar e terá ao todo 6 turbinas e capacidade para gerar 233,1 MW (megawatts). A usina responderá por cerca de 3% de toda a eletricidade que será produzida pela hidrelétrica em sua capacidade máxima, o que daria para abastecer uma cidade de cerca de 500 mil habitantes.
Já o Sítio Belo Monte, que responderá por 97% da eletricidade do empreendimento (11 mil MW), não registra atraso, segundo a Norte Energia. A entrega da energia aos clientes está prevista para começar em março de 2016.
Para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o início da operação do Sítio Pimental e, portanto, da hidrelétrica, deve ocorrer em fevereiro de 2016.

Em nota divulgada nesta sexta-feira (30), após divulgação da reportagem do G1, a Norte Energia, reforçou que o atraso se concentra apenas no Sitio Pimental e que "o Sítio Belo Monte, responsável por 97% da energia do complexo hidrelétrico em construção no Rio Xingu, está com o seu cronograma rigorosamente em dia".
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Razões do atraso
A Norte Energia diz que o novo atraso se deve à não emissão, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Licença de Operação da usina. Sem ela, o consórcio não tem permissão para acumular água no reservatório para gerar energia. Se a autorização fosse dada hoje, seriam necessários cerca de 45 dias para o enchimento.
“A Norte Energia aguarda apenas a emissão da LO [Licença de Operação]. É importante ressaltar que todos os itens apontados pelos órgãos competentes estão concluídos, o que já foi informado por meio de registros fotográficos, mapas e informações adicionais sobre essas obras e ações. A empresa espera a manifestação dos órgãos competentes apenas”, informou o consórcio.
Cronograma atrasado
O cronograma do contrato de concessão prevê que 5 das 6 turbinas de Pimental deveriam estar em operação em novembro de 2015, gerando um total de 194,25 MW. Essa energia foi vendida pela Norte Energia a distribuidoras.

Como não vai produzir a energia, o consórcio pode ser obrigado a comprá-la no mercado à vista, de outras geradoras, e entregar aos clientes. Isso pode provocar um prejuízo milionário à empresa, pois a eletricidade no mercado à vista é mais cara.

A Norte Energia entende, porém, que o atraso não irá causar prejuízos financeiros. "Está em processo em análise na Aneel um recurso administrativo da Norte Energia, para os períodos de paralisação excludentes de responsabilidade (greves, invasões no canteiro, etc) da Norte Energia no sítio Pimental, de um total de 465 dias, período muito superior ao tempo ocorrido entre a data prevista de geração no contrato de concessão e a efetiva operação da usina, a qual depende da emissão da Licença de Operação (LO)", informou o consórcio nesta sexta, acrescentando que a Norte Energia possui liminar judicial que "não permite prejuízos à empresa até que esse recurso administrativo seja julgado pela agência reguladora".
Risco de multa e perda de concessão
O contrato de concessão estabelece que a Norte Energia pode ser multada, e até perder a concessão de Belo Monte, no caso de descumprimento do cronograma. A aplicação dessas penalidades, porém, depende da abertura de um processo administrativo pela Aneel e a comprovação de que a concessionária realmente foi responsável pelos atrasos.

“É importante destacar que a eventual instauração de processo administrativo punitivo por atraso no cronograma de implantação da UHE Belo Monte estará condicionada à avaliação sobre se o atraso foi motivado por caso fortuito, força maior ou ato do poder público”, informou a Aneel, em nota.

Exigências descumpridas
O diretor de Licenciamento Ambiental do Ibama, Thomaz Miazaki de Toledo, informou, em nota, que o consórcio não comprovou o cumprimento de algumas condicionantes para a emissão da licença.

“A Licença de Operação (LO) não foi emitida porque o Ibama identificou pendências impeditivas”, disse. “Uma vez atendidas as condicionantes exigidas no licenciamento, o empreendimento estará apto para receber a LO”, completa a nota.

Entre as pendências listadas pelo Ibama estão obras rodoviárias (implantação de pontes e recomposição de estradas) na região onde Belo Monte; conclusão de obras de saneamento em comunidades locais; e conclusão do remanejamento de populações atingidas pela obra.

A Norte Energia afirmou que cumpriu as condicionantes listadas pelo Ibama e que já enviou ao órgão documentação comprovando isso.

Primeiro adiamento
Um atraso de mais de 400 dias nas obras de Belo Monte levou ao descumprimento do contrato de concessão da hidrelétrica, que previa o início da sua operação em fevereiro. A Norte Energia alega que não foi responsável e chegou a pedir à Aneel o perdão do atraso, o que foi negado. O consórcio informa ainda estar recorrendo da decisão.

De acordo com o consórcio, dificuldades em obter licença ambiental, demora na emissão de declarações de utilidade pública de áreas necessárias à implantação do projeto, paralisações dos trabalhos determinadas por decisões judiciais, invasões dos canteiros de obra por ribeirinhos e indígenas da região, além de greve de funcionários, provocaram o atraso.

Fonte G1 Brasilia

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CUNHA REVOGA DECISÕES SOBRE TRÂMITE DE PROCESSO DE IMPEACHMENT

Decisão visa impedir que liminares do Supremo travem eventual processo.
Com revogação, valem regras previstas na Constituição e no regimento.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), revogou nesta quinta-feira (29) decisão tomada por ele próprio sobre as regras de tramitação de processo de impeachment, posteriormente questionadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A revogação visa impedir que as liminares (decisões provisórias) concedidas pelos ministros Teori Zavascki e Rosa Weber, do STF, travem o andamento de eventual processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff.
A decisão do presidente da Câmara sobre a tramitação do requerimento de impeachment foi tomada em resposta a uma questão de ordem da oposição, que visava deixar claro quais os procedimentos que poderiam ser adotados no curso do processo.
No final da tarde, o presidente da Câmara pediu à Suprema Corte a extinção das três ações que suspenderam a validade do rito de impeachment. Cunha argumentou que, com a revogação das regras anunciadas no mês passado, a ação judicial perdeu o objeto.
“A Questão de Ordem nº 105/2015 restou revogada pela Presidência, em sua integralidade, acarretando, por consequência, a prejudicialidade do presente feito, em razão da perda superveniente do objeto”, escreveu o deputado no pedido ao STF.
Agora, caberá aos ministros Teori Zavascki e Rosa Weber analisar a solicitação de arquivamento dos processos e revogação das liminares.
Por meio de sua assessoria, o advogado Flávio Caetano, que defende a presidente Dilma Rousseff em ações de cassação de mandato, afirmou que a revogação do rito de impeachment é uma “clara ação para burlar” a decisão do STF, que suspendeu a medida. Ele afirmou que Cunha reconheceu a ilegalidade de seu ato, mas permanece impedido de acolher os pedidos de impeachment.
“O STF decidiu que não mais fossem analisados os pedidos de impeachment que estavam na Câmara dos Deputados. Quando decidiu sobre a reclamação apresentada ao STF, a ministra Rosa Weber foi clara ao dizer que os efeitos se aplicam a todos os atos decorrentes dos pedidos já existentes. Ora, com a revogação, persiste a ilegalidade porque todos os pedidos tramitaram com base em uma questão de ordem considerada inconstitucional e ilegal, suspensa pelo STF e agora reconhecida pelo presidente da Câmara. Assim, todos os pedidos estão contaminados”, ressaltou Caetano por meio de sua assessoria.
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Ação no Supremo
O PT entrou com uma ação no Supremo questionando a faculdade de Cunha de decidir sobre a tramitação do processo.
O partido alegou que eventuais lacunas na legislação sobre impeachment só poderiam ser supridas por outra lei e não por interpretação do presidente da Câmara.
Zavascki atendeu ao pedido de liminar do PT e determinou a suspensão  do rito de tramitação do impeachment até que o plenário do Supremo decidisse se as regras apontadas pelo presidente da Câmara seriam válidas. Outros pedidos de suspensão foram protocolados no STF, e Rosa Weber deu a mesma decisão que Zavascki.
Andamento de pedidos
Na prática, essas liminares poderiam travar o andamento de eventual processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff diante da indefinição sobre o rito de tramitação. Para evitar isso, Cunha decidiu, então, revogar as regras que ele estabeleceu e tentar derrubar, com isso, as liminares do STF.
De acordo com a Secretaria-Geral da Câmara, neste caso, eventual procedimento de impeachment deverá seguir as regras previstas na Constituição e no regimento interno.
Eventuais dúvidas serão resolvidas no curso do processo. Já existe, porém, um parâmetro que pode servir de modelo – o processo de impeachment contra o ex-presidente Fernando Collor de Mello.
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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

TRÊS MIL CATADORES DISPUTAM ESPAÇO NO MAIOR LIXÃO DA AMÉRICA LATINA
Lixão da Estrutural, no Distrito Federal, recebe 9 toneladas de lixo por dia.
Catadores de Gramacho, fechado em 2012, ainda tentam recomeçar a vida.
Mesmo com o encerramento do lixão de Gramacho, o Brasil continua tendo o maior depósito de lixo da América Latina, graças ao da Estrutural. Lá, três mil catadores disputam as nove mil toneladas de lixo, que chegam diariamente do Distrito Federal.
No último ano, seis pessoas morreram atropeladas ou soterradas durante o trabalho no lixão. A rotina é pesada e muitas crianças ajudam na coleta de material reciclável.
Hoje 60% dos municípios brasileiros ainda têm lixões como o da Estrutural. “Nunca deveria ter existido isso. Isso aqui é um erro por definição. Em 1981 já foi proibido por lei, em 1998 virou crime ambiental e em 2014 só deveria existir aterro sanitário, para receber rejeito”, explica Paulo Celso dos reis, diretor técnico do serviço de limpeza urbana do Distrito Federal. “Rejeito” é todo lixo que não pode ser reciclado.
O plano do governo do Distrito federal é substituir o lixão por um aterro sanitário e construir galpões de reciclagem até o fim de 2016. Hoje, somente 4% do lixo produzido no Brasil vai para reciclagem.
Gramacho
Em 2012, o Profissão Repórter esteve no Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, para acompanhar os últimos dias de funcionamento do maior lixão da América Latina. Três anos depois, Gramacho tem um aterro sanitário e uma indústria de biogás, mas a comunidade dos trabalhadores do lixão continua em situação precária.
No Jardim Gramacho, onde moram 13.700 pessoas, as casas são de madeira e as ruas não têm asfalto. Os moradores não têm fornecimento de energia elétrica, água encanada nem rede de esgoto.
A prefeitura da cidade está pedindo ao governo federal uma verba de R$ 150 milhões de reais para revitalizar o Jardim Gramacho. O dinheiro seria usado para asfaltar ruas, fazer creches, casas populares e acabar com os lixões clandestinos.
Cerca de 1.700 pessoas viviam como catadores no antigo lixão de Gramacho, hoje 200 estão empregadas em cooperativas de reciclagem da região.
Segundo o Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade – IETS, 60% dos moradores do Jardim Gramacho estão abaixo da linha da pobreza. Isso significa menos de R$ 154 por mês, para cada pessoa da família.
Com o fechamento do lixão de Gramacho, muitos catadores sobrevivem do que encontram em depósitos de lixo clandestinos. No Jardim Gramacho há vários deles.
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Fonte G1 Globo
crik e 


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terça-feira, 27 de outubro de 2015

CUNHA DIZ QUE PODE NÃO SEGUIR PARECER TÉCNICO SOBRE IMPEACHMENT

Decisão sobre abertura de processo aguarda análise de técnicos da Câmara.
Presidente da Casa disse que decidirá de acordo com convicção pessoal.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta terça-feira (27) que não vai seguir, necessariamente, o parecer dos técnicos da Casa sobre os pedidos de abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O peemedebista reforçou que tomará uma decisão em novembro e disse que ainda não recebeu pareceres dos consultores acerca do pedido elaborado pelo fundador do PT Hélio Bicudo e o jurista Miguel Reale Junior.
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“Vou receber os pareceres e vou decidir com a minha convicção. Parecer é de assessoramento, é para embasamento. Não quer dizer que eu vá seguir. Mesmo que tenha 10 pareceres de um lado não quer dizer que vou seguir", disse Cunha, que é alvo representação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Câmara pela denúncia de que manteria contas secretas na Suíça.
"A responsabilidade é minha e a decisão é minha”, complementou o peemedebista.
Nos bastidores, parlamentares defensores da abertura do processo de afastamento de Dilma reclamam da demora de Cunha em decidir sobre os pedidos. Eles afirmam que o peemedebista estaria ensaiando uma aproximação com o governo para garantir a manutenção de seu mandato parlamentar. Processo por quebra de decoro pode resultar em sanções como censura, advertência e perda do mandato.
Na semana passada, a oposição protocolou novo pedido de impeachment elaborado por Bicudo, para incluir documentos que comprovariam a continuidade, em 2015, das “pedaladas fiscais”, como é chamada a prática de atrasar repasses a bancos públicos a fim de cumprir as metas parciais da previsão orçamentária.
Inicialmente, a oposição planejava fazer um aditamento a um pedido já existente – que já tramita na Câmara e está pendente de análise de Cunha. Os parlamentares desistiram do aditamento, porque a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender o rito definido por Cunha para eventuais processos de impeachment não permite aditamentos a pedidos já em tramitação.
O novo pedido tem cópia de decretos presidenciais assinados por Dilma que, segundo eles, embasam a tese das pedaladas. Os decretos liberam créditos extraordinários sem o aval do Congresso.
A estratégia é contornar o argumento do presidente da Casa de que a presidente só pode ser responsabilizada por atos cometidos durante o seu mandato em vigência.
O rito do impeachment
abe a Cunha analisar os pedidos de impeachment e decidir por acolher ou rejeitar. Se o pedido for aceito, deverá ser criada uma comissão especial responsável por elaborar um parecer pela abertura ou não de processo, a ser votado no plenário da Casa.
Para ser aprovado, o parecer dependerá do apoio de pelo menos dois terços dos 513 deputados (342 votos). Se os parlamentares decidirem pela abertura do processo de impeachment, Dilma será obrigada a se afastar do cargo por 180 dias, e o processo seguirá para julgamento do Senado.
“Mesmo que haja 200 pareceres, a palavra final é do presidente. Os pareceres servem de assessoramento, não servem para serem determinante”, destacou Cunha, após sessão desta terça do plenário da Câmara.

Fonte G1 Globo
Projeto transfere competência para fazer demarcação para o Congresso Nacional. Texto segue para o plenário da Câmara.
Governo passa a prever retração 
de 2,8% para o PIB em 2015
Estimativa anterior era de recuo de 2,4%

NO VERMELHO
Planejamento prevê rombo recorde de R$ 51,8 bi nas contas em 2015
Déficit pode aumentar com pedaladas fiscais.