segunda-feira, 23 de março de 2015

DÓLAR FECHA EM QUEDA DE MAIS DE 2% NESTA SEGUNDA

Moeda norte-americana recuou 2,63%, a R$ 3,1453 na venda
Em duas sessões, moeda acumula queda de 4,59%.
O dólar fechou em queda ante o real nesta segunda-feira (23) pela segunda sessão consecutiva, no patamar de R$ 3,14, diante da tranquilidade nos mercados internacionais, com investidores deixando de lado, por ora, as turbulências políticas locais e se concentrando na expectativa de liquidez abundante nos mercados financeiros globais.
A moeda norte-americana recuou 2,63%, a R$ 3,1453 na venda. Trata-se da maior queda diária desde 18 de setembro de 2013, quando a divisa caiu 2,89% na sessão. Veja cotação
Nos dois últimos pregões, o dólar acumulou queda de 4,59%.
No mês, no entanto, ainda há alta acumulada de 10,13% e no ano, de 18,3%.
"O resumo é que o mercado está volátil, tanto para baixo quanto para cima", disse à Reuters o gerente de câmbio da corretora Treviso, Reginaldo Galhardo. "O investidor não sabe onde o dólar vai se assentar, então quando vê um movimento mais acentuado, acompanha a manada".
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Fatores externos e domésticos
Apostas de que o Federal Reserve não tenha pressa para elevar os juros nos Estados Unidos e a liquidez adicional com o programa de compra de títulos do Banco Central Europeu (BCE) têm gerado algum alívio no mercado brasileiro de câmbio nas últimas sessões, apesar das persistentes preocupações com a viabilidade do ajuste fiscal no país.
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Atritos entre o governo federal e o Congresso Nacional vêm dificultando a implementação das medidas de reequilíbrio das contas públicas prometidas pela equipe econômica liderada pelo ministro Joaquim Levy.
O quadro de fundamentos macroeconômicos deteriorados e expectativas de que o Banco Central brasileiro possivelmente não estenda sua intervenção no mercado de câmbio somam-se aos ruídos.
Petrobras
A estrategista para a América Latina do Jefferies, Siobhan Morden, defendeu em relatório que boa parte das notícias negativas já estão embutidas na atual cotação do dólar, ressaltando que o câmbio pode ter mais uma onda de alívio se a Petrobras divulgar seu balanço auditado.
Ela salientou, contudo, que o processo de ajuste fiscal deve ser longo e arrastado, sustentando a volatilidade no mercado.
"Há dificuldades para avaliar o risco de crédito durante o que parece ser um processo longo para restaurar a âncora fiscal sem apoio parlamentar, com o persistente escândalo da Petrobras e a iminente recessão econômica", disse ela. "Dito isso, os mercados já descontaram cenários extremos".
Atuação do BC
Nesta manhã, o Banco Central deu continuidade às intervenções diárias no câmbio, vendendo a oferta total de até 2 mil swaps cambiais, divididos igualmente entre os vencimentos em 1º de dezembro de 2015 e 1º de março de 2016.
Os contratos colocados equivalem a uma posição vendida em dólar e têm volume correspondente a US$ 97,7 milhões de dólares, segundo a Reuters.
O BC também vendeu a oferta integral no leilão de rolagem dos swaps que vencem em 1º de abril. Até agora, rolou cerca de 57% do lote total, que corresponde a US$ 9,964 bilhões.

JUSTIÇA ACEITA DENÚNCIA CONTRA TESOUREIRO DO PT, DUQUE E MAIS 25

Todos são suspeitos de envolvimento em crimes descobertos na Lava Jato.
MPF apresentou denúncia na segunda-feira (16), em Curitiba.

 Vaccari está entre os denunciados pelo MPF
(Foto: Rede Globo)
A Justiça Federal aceitou nesta segunda-feira (23) a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto, e contra o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque.
Ambos e mais 25 pessoas - também denunciadas pelo MPF - se tornaram réus diante da Justiça Federal sob a acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
Na tarde desta segunda, o PT divulgou nota na qual afirma que "não são verdadeiras" as acusações contra Vaccari e que ele está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.
O MPF apresentou a denúncia na segunda-feira (16), dia em que a 10ª fase da Operação Lava Jato foi deflagrada. Foi nesta fase que Duque foi detido pela segunda vez. O pedido de prisão foi motivado por movimentações financeiras realizadas pelo ex-diretor em contas bancárias do exterior.
O doleiro Alberto Youssef - apontado como o líder do esquema de corrupção, desvio e lavagem de dinheiro na Petrobras - o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa e o engenheiro Pedro José Barusco Filho, que era gerente-executivo de Serviços e Engenharia e braço direito de Duque, também foram denunciados.
Nesta ação, o juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações da Operação Lava Jato em primeira instância, deixou de receber denúncia contra Youssef pelo crime de corrupção, pelo fato do doleiro já responder por este crime em outras ações penais.
"Há aparentemente litispendência com as imputações já pendentes. Concedo ao MPF o prazo de cinco dias para esclarecer o ponto, especificamente se os crimes de corrupção a ele imputados na presente ação penal já não estão abarcados pelas outra denúncia", diz trecho do despacho.
Moro também faz ressalvas quanto aos acusados por intermediação das propinas, que na avaliação do magistrado, "não podem responder, pelos mesmos atos, por crimes de corrupção ativa e passiva como sugere a denúncia".
Os 27 réus são:
-Adir Assad
-Agenor Franklin Magalhães Medeiros
-Alberto Elísio Vilaça Gomes
-Alberto Youssef
-Ângelo Alves Mendes
-Augusto Ribeiro de Mendonça Neto
-Dario Teixeira Alves Júnior
-Francisco Claudio Santos Perdigão
-João Vaccari Neto
-José Aldemário Pinheiro Filho
-José Américo Diniz
-José Humberto Cruvinel Resende
-Julio Gerin de Almeida Camargo
-Lucélio Roberto Von Lehsten Góes
-Luiz Ricardo Sampaio de Almeida
-Mario Frederico Mendonça Góes
-Marcus Vinícius Holanda Teixeira
-Mateus Coutinho de Sá Oliveira
-Paulo Roberto Costa
-Pedro José Barusco Filho
-Renato de Souza Duque
-Renato Vinícios de Siqueira
-Rogério Cunha de Oliveira
-Sérgio Cunha Mendes
-Sonia Mariza Branco
-Vicente Ribeiro de Carvalho
-Waldomiro de Oliveira
A denúncia
Quinze denunciados são de empreiteiras, cinco são operadores, quatro são ligados aos operadores, dois ex-diretores da Petrobras e um ex-gerente. A denúncia envolve desvios de recursos da Petrobras em quatro obras: Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), Refinaria de Paulínia (Replan), Gasoduto Pilar/Ipojuca e Gasoduto Urucu Coari. As empresas responsáveis por estas obras são OAS, Mendes Júnior e Setal.
MPF fala sobre a Operação Lava Jato, em Curitiba
(Foto: Fernando Castro/G1)
De acordo com a denúncia, Vaccari participava de reuniões com Duque para tratar de pagamentos de propina, que era paga por meio de doações oficiais ao PT. Dessa maneira, os valores chegavam como doação lícita, mas eram oriundas de propina.
O MPF aponta que foram 24 doações em 18 meses, no valor de R$ 4,260 milhões.
O tesoureiro do PT indicava em que contas deveriam ser depositados os recursos de propina, segundo o MPF. "Vaccari tinha consciência de que os pagamentos eram feitos a título de propina", afirmou o procurador do MPF Deltan Dallagnol durante entrevista coletiva nesta tarde, em Curitiba.
Além de Dallagnol, participam da coletiva o procurador do MPF Roberson Henrique Pozzobon e o delegado da Polícia Federal Marcio Anselmo.
Duque voltou a ser preso nesta segunda-feira (16)
(Foto: GloboNews)
Segundo o MPF, as penas para os crimes apontados são: formação de quadrilha, um a três anos; corrupção, dois anos e oito meses a 21 anos e quatro meses; e lavagem de dinheiro, de quatro anos a 16 anos e oito meses. Combinados os crimes, porém, as penas podem ultrapassar 100 anos de prisão.

Duque se cala na CPI
O ex-diretor de Serviços da Petrobras foi até a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), no Congresso Nacional, que apura as denúncias de irregularidades na estatal. Ele se recusou a responder às perguntas dos deputados federais. Já em sua primeira manifestação na CPI o ex-dirigente advertiu aos parlamentares que, por orientação de seus advogados, ele iria exercer o direito constitucional de ficar em silêncio.
Outros presos
O empresário paulista Adir Assad também foi preso. De acordo com o procurador  Pozzobon, Assad aparece como um novo operador do esquema de propina, atuando junto às empresas prestadoras de serviço à Petrobras.
Assad é engenheiro civil e promove shows e eventos no Brasil. Ele trouxe a banda U2, a cantora Amy Winehouse e Beyonce para o país. Ele também era dono das empresas JMS Terraplanagem Ltda., S Terraplanagem Ltda. e Rock Star Marketing.
Adir também já foi alvo em outros escândalos e foi investigado pela CPI do bicheiro Carlos Cachoeira, no Congresso Nacional, como suposto intermediário de propinas envolvendo a empreiteira Delta com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit).
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Também foi preso Lucélio Góes, filho de Mário Góes, apontado pela Polícia Federal como um dos operadores do esquema e que está detido desde fevereiro deste ano.
De acordo com os policiais, o nome faz referência a uma frase dita por Duque quando foi preso pela primeira vez, em novembro de 2014.

Ao despachar favorável ao mandado de prisão, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância, afirmou que o ex-diretor de Serviços da Petrobras "esvaziou" contas na Suíça e enviou € 20 milhões para contas secretas no principado de Mônaco. O dinheiro, que não havia sido declarado à Receita Federal, acabou bloqueado pelas autoridades do país europeu.
“Autoridades estrangeiras comprovaram que Duque recentemente movimentou seus recursos de contas na Suíça titularizados por ele para contas de outros países na Europa. Notadamente, o principado de Mônaco, ao qual recebeu ainda no segundo semestre de 2014 quantia que superava R$ 5 milhões”, disse o procurador.

sábado, 21 de março de 2015

ESTADO ISLÂMICO REIVINDICA ATAQUES A MESQUITAS NO IÊMEN

 Ao menos 137 pessoas morreram em duplo ataque no país.
Mesquitas são conhecidas por serem usadas pelo grupo xiita huthis.

O grupo militante Estado Islâmico, que tomou grandes áreas do território do Iraque e da Síria, reivindicou a autoria de ataques com homens-bomba em duas mesquitas usadas por muçulmanos xiitas no Iêmen nesta sexta-feira (20), de acordo com uma publicação no Twitter.
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Pelo menos 137 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas nas explosões na capital Sanaa. Ambas as mesquitas são conhecidas por serem majoritariamente usadas pelo grupo muçulmano xiita huthis, que tomou o controle do governo iemenita.
O governo norte-americano divulgou uma nota condenando fortemente o atentado e dizendo que não pode confirmar que os suicidas eram afiliados ao Estado Islâmico.
O Iêmen vive o risco de uma guerra civil desde janeiro deste ano, quando o presidente Abd Rabo Mansur Hadi denunciou uma tentativa de golpe. Grupos radicais disputam o poder no país.
O atentado
Uma testemunha disse ter escutado duas explosões consecutivas em uma das mesquitas, em um bairro central da capital.
Em frente ao local, vários corpos jaziam em poças de sangue, enquanto os fiéis transportavam os feridos para hospitais próximos.
Os hospitais de Sanaa estavam pedindo por doadores de sangue para ajudar no tratamento de um grande número de feridos.

 Homens carregam feridos após a explosão de uma bomba em Sana, no Iêmen. Ataques em duas mesquitas durante o período de orações da tarde deixaram dezenas de mortos e centenas de feridos (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)
Os huthis fazem suas orações nessas mesquitas, e entre os mortos está o imã da mesquita de Badr e importante líder religioso da milícia, Al-Mourtada ben Zayd al-Muhatwari, segundo uma fonte médica.
A ascendência ao poder do grupo huthi, apoiado pelo Irã, desde setembro do ano passado, aumentou as divisões da complexa rede política e de alianças religiosas do Iêmen, além de deixar o país excluído do restante do mundo.
Aumento da força dos milicianos xiitas
Desde a insurreição popular de 2011, no âmbito da Primavera Árabe, que levou à queda do presidente Ali Abdullah Saleh, o poder central foi marginalizado por dois potentes grupos militares-religiosos que souberam aproveitar os acontecimentos para aumentar sua influência.
 Mesquita atingida por homem-bomba é vista nesta sexta-feira (20) em Sanaa, no Iêmen; mais de 100 pessoas morreram (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)
O primeiro, o movimento Ansarullah, recruta novos membros dentro da comunidade zaidita, um braço do xiismo que representa um terço da população do Iêmen.
Confinado no norte do país, nasceu como um movimento de protesto contra a marginalização dos zaiditas por parte do poder e pelo proselitismo sunita do partido islamita Al-Islah.
Este grupo, inspirado no Hezbollah libanês e suspeito de receber o apoio do Irã, se concentrou em Sana em setembro de 2014 e estendeu sua influência ao oeste e ao centro do Iêmen. Se apoderou da capital em 6 de fevereiro.
Dirigido por Abdel Malek al-Huti, é suspeito de querer estabelecer o regime real do imanato (dirigido por imãs) zaidita abolido em 1962.
Investigadores analisam cena de bombardeio em mesquita de Sanaa, nesta sexta (10) (Foto: Mohamed al-Sayaghi/Reuters)
Outro grupo influente no Iêmen é a Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA), fruto da fusão em 2009 dos braços saudita e iemenita da rede sunita. É considerado pelos Estados Unidos um dos grupos jihadistas mais perigosos.
Muito presente no sul e no sudeste, a AQPA multiplica os atentados e ataques, provocando muitas perdas no exército. O grupo também capturou diversos estrangeiros.
A AQPA reivindicou o atentado de 7 de janeiro contra a redação da revista satírica francesa Charlie Hebdo, em Paris.
Apesar dos esforços das forças de segurança e dos ocidentais, a Al-Qaeda está se confirmando cada vez mais como a única força capaz de frear o avanço do Ansarullah.

Recrutando sunitas e agindo às vezes em cooperação com tribos hostis ao Ansarullah, a AQPA reivindicou desde setembro diversos atentados contra xiitas. 
Destruição é vista ao redor de mesquita em Sanaa, no Iêmen, alvo de explosão nesta sexta-feira (20) (Foto: Hani Mohammed/AP)
Risco de guerra civil
As esperanças de solucionar a crise através de um diálogo apoiado pelo emissário da ONU no Iêmen, Jamal Benomar, quase desapareceram.
O país está praticamente dividido desde que o presidente Abd Rabo Mansur Hadi se instalou em Aden, principal cidade no sul do país, depois de ter conseguido fugir de Sana, onde estava sitiado pela milícia xiita.
Hadi, que havia sido forçado a renunciar em 22 de janeiro junto com o governo de Khaled Bahah pela pressão dos huthis, ainda é considerado pela comunidade internacional como o presidente legítimo do Iêmen.
Nos círculos políticos, cada vez fala-se mais de um risco de guerra civil ou de uma divisão do país.
Como uma amostra deste risco, violentos confrontos foram registrados na quinta-feira em Aden entre os partidários de Hadi e as unidades das forças especiais de um general rebelde, que tentaram tomar o controle do aeroporto, enquanto um bombardeio foi lançado contra o palácio presidencial da cidade, sem atingi-lo. Hadi denunciou uma tentativa de golpe de Estado.
Governo brasileiro lamenta atentado
Criança ferida é retirada de mesquita atacada por homem-bomba nesta sexta-feira (20) em Sanaa, no Iêmen (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)
O governo brasileiro, por meio de nota, lamentou o atentado no Iêmen. Leia a íntegra:
"O Governo brasileiro condena, com veemência, os atentados perpetrados hoje em duas mesquitas de Sanaa, capital da República do Iêmen, que resultaram em dezenas de mortos e centenas de feridos.
O Governo brasileiro conclama todos os atores políticos iemenitas à abstenção de atos que possam provocar a radicalização do processo político, bem como a perseverar no diálogo como forma de encaminhamento das questões relacionadas à crise institucional daquela nação árabe.
O Brasil reitera a centralidade da estabilização política iemenita para o bom encaminhamento de diversos temas candentes do entorno geopolítico médio-oriental, tais como a assistência humanitária a refugiados da região do Chifre da África, o combate ao extremismo religioso e a repressão à pirataria na região dos mares Índico, Arábico e Vermelho, entre outros.
Como forma de contribuir para o soerguimento socioeconômico iemenita, o Governo brasileiro tem, desde 2012, convidado e recebido sucessivas missões oficiais daquele país para treinamento e capacitação em tecnologias e políticas de desenvolvimento humano, combate à fome, extensão rural e implementação de programas de assistência social e escolaridade básica. Tais esforços culminaram na assinatura de Acordo-Quadro bilateral de Cooperação Técnica, em agosto de 2014, instrumento que norteará novas ações bilaterais de cooperação, tão logo concluído o processo de ratificação pelos signatários."

sexta-feira, 20 de março de 2015

‘VIROU PAIXÃO’, DIZ EMPRESÁRIO QUE COLHE ABÓBORAS DE 200 KG NO PARANÁ

 Virou paixão’, diz empresário que colhe abóboras de 200 kg no Paraná
Hobby começou há sete anos depois de uma viagem ao Rio de Janeiro.
Chico Neto MORAhttp://cdncache1-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png em Cascavel e viaja pelo país a procura de variedades.
Plantar abóboras é um hobby para Chico Neto (Foto: Chico Neto/ Arquivo Pessoal)
Há sete anos o empresário Francisco Neto Lourenço, de 61 anos, começou a plantar abóboras gigantes no sítio que tem em Santa Maria, Distrito de Santa Tereza do Oeste, no oeste do Paraná. Hoje, ele diz que as plantações gigantes se tornaram um hobby e uma paixão. Tanto que chega a gastar por ano aproximadamente R$ 7 mil para cuidar dos vegetais.
Tudo começou depois de uma viagem, conforme conta Chico Neto, como é conhecido na região. “Estava no Rio de Janeiro e uma pessoa me disse que em um bairro, que não me lembro o nome, vendiam sementes de abóboras gigantes. Fui lá e comprei. Quando cheguei em casa plantei as sementes e colhi uma abóbora de 65 kg”.
saiba mais’Vou GANHARhttp://cdncache1-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png um dinheirão’, diz agricultor sobre abóboras gigantes
Abóbora gigante de 92 kg é atração em Show Rural no oeste do Paraná
Depois da primeira colheita, Chico Neto não parou mais com as plantações e começou a pesquisar sobre o assunto em livros, revistas e na internet. Com as pesquisas aprendeu alguns truques para deixar o vegetal cada vez maior. “Passo leite nas folhas porque ajuda a evitar insetos e no pé passo melado de cana de açúcar diluído na água, que serve como vitamina para a planta”, revela o empresário. Mas diz que o que faz realmente a diferença é a forma de adubação.
A técnica, ao que parece, dá certo, este ano ele colheu sete abóboras com 200 kg cada. “A gente teve que arrumar um guindaste para tirar elas da roça”, conta orgulhoso. Essa foi a maior colheita que ja fez desde que começou a plantar o vegetal.

PARÁ SUPERA MÉDIA NACIONAL DE ABATE, APONTA PESQUISA DO IBGE

Estado abateu mais de 2,6 milhões de bovinos no ano passado
Mais de 2,6 milhões de bovinos foram abatidos no Pará, em 2014, de acordo com a pesquisa “Estatística da Produção Pecuária”, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número total (2.624.231 cabeças) é 7,2% maior que o registrado em 2013 (2.447.439 cabeças). O peso das carcaças atingiu 606,8 milhões de toneladas ano passado, 3,5% a mais que no ano anterior, quando foram somadas 586,3 milhões de toneladas em carcaças. O desempenho do Estado no setor, entre 2013 e 2014, é superior ao observado no âmbito nacional. No Brasil, foram abatidos 33,9 milhões de cabeças, soma 1,5% menor que a quantidade de abates bovinos registradas em 2013, 34,4 milhões de cabeças. O peso das carcaças atingiu 8 bilhões de toneladas, quase 100 milhões de toneladas a menos que em 2013.
O total de suínos abatidos chegou a 6,3 mil cabeças, em 2014, no Pará. O número é 13,4% superior ao registrado em 2013 (5,5 mil cabeças). O peso das carcaças chegou a 266,6 mil toneladas, superando o alcançado no anterior, 236,5 mil toneladas. No Brasil, em 2014, foram abatidos 37,1 milhões de suínos – 3,1 bilhões de toneladas de carcaças. Em 2013, o IBGE somou 36,2 milhões de cabeças abatidas, no País, que geraram 2,4% a menos em toneladas de carcaças.
A pesquisa ainda revelou que o total de animais bovinos abatidos no Pará, no 4º trimestre de 2014, cresceu 6,5% em relação ao mesmo período de 2013. No total, 709,4 mil cabeças foram para o abate, mais de 43,2 mil na comparação com o registrado nos três primeiros meses do segundo semestre de 2013. O peso total somado das carcaças dos animais abatidos no Estado chegou a 164,6 mil quilogramas (Kg). Com esse desempenho, o Pará superou o resultado nacional. No Brasil, foram abatidas 8,5 milhões de cabeças, 4,1% a menos do que no 4º trimestre de 2013.
Já em relação ao número de suínos abatidos, os números apresentaram queda de um trimestre para o outro. Entre outubro e dezembro de 2013 foram abatidos 1,8 mil animais. De outubro a dezembro de 2014 o total chegou a 1,4 mil. Os pesos das carcaças atingiram 58 mil Kg e 78 mil Kg, em 2013 e 2014, respectivamente. No Estado, foram abatidos 13,5 milhões de frangos, cerca de 1,8 milhão a mais do que o registrado no trimestre avaliado em 2013 (11,7 milhões). As carcaças atingiram 30 mil Kg, no último trimestre de 2013, e 35,7 mil Kg, um ano depois.
Foram produzidos, no Estado, 764,9 mil unidades de couro cru inteiro de bovino, 0,6% a menos que no 4º trimestre de 2013 (760 mil unidades). No último trimestre do ano passado, foram adquiridos 751,9 mil unidades pelos curtumes, cerca de 6 mil unidades a mais que no 4º trimestre do ano anterior (745,9 mil). O IBGE ainda contabilizou 12,9 mil unidades recebidas de terceiros em 2014 e 14 mil unidades recebidas recebidas no 4º trimestre de 2013.
FRANGOS
Em todo o Brasil, no 4º trimestre de 2014, o abate de frangos (1,4 bilhão de cabeças) foi 3,7% acima do registrado no mesmo trimestre em 2013. Na comparação com o trimestre anterior, o resultado ficou estável (-0,1%). No acumulado nos quatro trimestres de 2014, foram abatidas 5,4 bilhões de unidades de frango, aumento de 1,9% em relação a 2013. Já o abate de suínos no 4º trimestre de 2014 (9,4 milhões de cabeças) teve queda de 1,6% em relação ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 5,3% na comparação com o mesmo período de 2013.

No acumulado de 2014 foram abatidos 37,1 milhões de cabeças de suínos, aumento de 2,3% em relação ao ano de 2013. O abate de bovinos no 4º trimestre de 2014 foi de 8,5 milhões de cabeças, 0,7% acima do registrado no trimestre anterior. Na comparação com o 4º trimestre de 2013, houve queda de 4,1%. Em 2014, foram abatidas 33,9 milhões de cabeças, número 1,5% menor que o recorde histórico alcançado no ano anterior.
Fonte: ORMNews.

JUSTIÇA NEGA PEDIDO DE LIBERDADE DO MAIOR DESMATADOR DA AMAZÔNIA

Ezequiel Antônio Castanha foi preso no dia 21 de fevereiro deste ano. Ele comandaria quadrilha que teria desmatado 15 mil hectares de florestas Ezequiel Castanha tem R$ 30 milhões em multas por  crime ambiental, segundo Ibama- (Foto: Reprodução/ Globo Rural) A Justiça Federal de Itaituba, no sudoeste do Pará, negou nesta sexta-feira (20) o pedido de liberdade de Ezequiel Antônio Castanha, considerado um dos maiores grileiros de terras da Amazônia. Ele foi preso no dia 21 de fevereiro deste ano, durante a

JUSTIÇA NEGA PEDIDO DE LIBERDADE DO MAIOR DESMATADOR DA AMAZÔNIA




MARÉ ALTA ALAGA RUAS DO COMÉRCIO E CIDADE VELHA

 Quem passou pelo bairro do Comércio e Mercado do Ver-o-Peso no final da manhã desta sexta-feira (20) conferiu uma paisagem alterada pelo efeito da maré alta, em que a bacia hidrográfica da região atinge seu maior período de cheia, deixando ruas alagadas em todo o entorno e orlas e canais.
Segundo estimativa do Centro de Hidrografia da Marinha, as águas tiveram alta de 3,6 metros, chegando a invadir a calçada no bairro da Cidade Velha.
(Foto:Cezar Magalhães/DOL)
No entorno do mercado, diversas ruas apresentaram pontos de alagamento, sendo o maior deles no cruzamento da rua 15 de Novembro com a avenida Portugal, em que a água chegou a cobrir quase que completamente a roda dos carros, dificultando o trânsito tanto de motoristas quanto de pedestres.
Quem estava dependendo de barcos também enfrentou dificuldades para conseguir chegar às embarcações e descarregar produtos na área alagada. Muitos comerciantes também montaram tablados de madeira embaixo de barracas, como forma de escapar da cheia.
A maré deve voltar a subir por volta das 24h de hoje, quando deverá alcançar a marca de 3,7 metros, maior altura prevista para esta maré alta.
Fonte (DOL)
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POLÍCIA PRENDE INTEGRANTES DA QUADRILHA DO ASSALTO AO BANCO EM PLACAS

 operação conjunta da polícia civil e polícia militar de uruará prende integrantes da quadrilha que assaltou a agência do banco da amazônia de placas
 Três integrantes da quadrilha que assaltou a agência do Banco da Amazônia da cidade de Placas foram presos nesta sexta-feira, 20, no município de Uruará. A prisão foi efetuada pelos Investigadores de Polícia Civil, Sílvio Alex e Célio Salvador sob o comando do delegado Walison Damasceno, lotados na Delegacia de Polícia Civil do município de Uruará com o apoio da Polícia Militar sob o comando do major PM Márcio Abud e da Rotam.
 Segundo informou o investigador Sílvio Alex os assaltantes estavam em um carro saveiro e duas motocicletas broz, houve troca de tiros dos policiais com os assaltantes na rodovia Transamazônica (BR 230), próximo ao Distrito Alvorada, km 140 na zona rural de Uruará, após a troca de tiros os bandidos embrenharam-se na mata, os policiais civis contando com o reforço de policiais militares entraram em perseguição e durante a madrugada prenderam o meliante, Fernando Matos, 22, mecânico na cidade de Altamira, que dirigia o saveiro dando fuga aos assaltantes, segundo o próprio meliante ele é da cidade de Altamira como são todos os demais integrantes da quadrilha.

Os policiais permaneceram no encalço dos bandidos e já na manhã desta sexta-feira, por volta das 11 horas, os policiais civis e militares e Rotam lograram êxito na missão conseguindo capturar mais dois integrantes da quadrilha do assalto ao banco de Placas, foram presos também, Weliton Almeida Costa, 31 anos, que disse ser ajudante de pedreiro na cidade de Altamira e Cleisson Silva Duarte, 24 anos. Com os meliantes foram apreendidas armas de grosso calibre utilizadas no assalto, 3 espingardas calibre 12 de repetição, 1 metralhadora 9mm e 1 fuzil para fal calibre 762. Outros dois integrantes da quadrilha que estavam em duas motocicletas bor’z conseguiram fugir pela Transamazônica e em seguida entrando num travessão sendo o paradeiro deles ainda desconhecido.
Os três presos foram conduzidos para a delegacia de Polícia Civil de Uruará para serem submetidos aos procedimentos cabíveis. Na Depol o meliante Fernando contou que receberia uma quantia de R$ 20.000,00 para vir buscar os assaltantes em Uruará. O meliante Weliton relatou a reportagem que um malote com o restante do dinheiro roubado ficou para trás no meio do mato, fato não confirmado pela polícia, o mesmo ainda confessou que era responsável pelas armas, o assaltante não quis informar sobre quem é o chefe da quadrilha nem como conseguiram as armas.


ARMAS APREENDIDAS

As armas foram encontradas enterradas no meio da mata. Os dois assaltantes presos na manhã desta sexta-feira estavam pedindo carona no km 150 da Transamazônica comunidade chamada Vila Planalto, zona rural do município de Uruará, eles estavam se passando por colono na localidade quando foram presos.
Participaram da operação que resultou na prisão dos assaltantes os policiais civis IPC Sílvio Alex e IPC Célio Salvador, sob o comando do delegado Walison Damasceno, os policiais militares, sargento PM Rita Costa, soldados, PM Wagner, PM Josiney, PM Campinas, PM Bentes, sob o comando do major PM Márcio Abud, os policiais sargento Robson, cabo André, soldado Bastos e soldado Iglesias da Rotam.
Veículo usado para a fuga que seria alugado na cidade de Altamira e está apreendido
Os três presos estão recolhidos na carceragem da delegacia de Polícia Civil de Uruará.

As informações são de Joabe Reis

Fonte Uruará em Ação

quarta-feira, 18 de março de 2015

SIMÃO JATENE CRIA NOVA SECRETARIA PARA A FILHA

A criação da Secretaria Extraordinária de Integração de Políticas Sociais, oficializada pela edição do último dia 13 de março do Diário Oficial do Estado, e entregue ao comando da filha do governador Simão Jatene, Izabela Jatene, não foi vista com bons olhos pela bancada de oposição na Assembleia Legislativa à atual gestão estadual.
Poucos meses após uma super reforma administrativa aprovada às pressas pelo parlamento na legislatura passada e que prometia, com a extinção de várias secretarias, economias no orçamento, o ato foi visto como “mais uma nomeação polêmica” e o reforço de que cortar gastos não é a meta, de fato, na reestruturação do organograma do Poder Executivo.
O petista Carlos Bordalo não se opõe à criação da Secretaria, mas vê a decisão apenas como uma forma de oficializar Izabela - que antes, à frente do Pro-Paz, foi protagonista de um pedido de instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito, no ano passado, para investigar um possível tráfico de influência entre este órgão e o fisco estadual - como secretária.
“Não vai mudar nada. O problema não é criar secretaria, o problema é a postura do política do Estado. Vendem a ideia de que o Pro-Paz é uma grande política social, quando, na verdade, reúne apenas pequenas atividades, meritórias, sim, mas que não atendem as mais de três milhões de pessoas que vivem nesse estado em situação social dramática. O governador fez várias decisões polêmicas na hora de nomear secretários para o novo mandato, esta é apenas mais uma. A competência de Izabela não é a questão, a questão é que, em um momento em que se fala tanto em combate à corrupção, chega a ser inconveniente e inoportuna uma nomeação como essa”, analisa o deputado.
“Quando o Governo fez a reforma administrativa, tanto na mensagem ao Legislativo quanto na mensagem à população, foi dito que tudo estava sendo feito com o objetivo de reduzir os custos, mas o que vemos até hoje são mais órgãos criados do que extintos. E ainda nomeia a própria filha para assumir um deles”, corroborou o líder do PMDB na AL, Iran Lima.
“O Pro-Paz, por exemplo, é um programa que não atende 0,5% da população do Estado, é preciso de uma articulação que possa ampliar isso. A competência da filha do governador não é o que se discute aqui, é uma questão de moralidade, um assunto sobre o qual o próprio governador tanto fala. Pode até ser legal a nomeação, mas certamente não é vista com esses olhos pela população do Estado”, justificou.
GRAMPO TELEFÔNICO
“DINHEIRINHO”
Izabela Jatene e o subsecretário do Fisco Estadual, Nilo Noronha, foram flagrados por um grampo telefônico feito pela Polícia Civil em 2011, e autorizado judicialmente, em que ela, já coordenadora do Pro-Paz, pede a ele que lhe envie por e-mail a lista com as 300 maiores empresas do Estado para que ela possa “buscar esse dinheirinho deles”.
A denúncia motivou pedido de CPI na Assembleia Legislativa (AL) proposta pelo deputado Carlos Bordalo (PT) . A CPI está instaurada, porém o PSDB, partido de Jatene, não nomeou seus membros. Nesse caso, caberia ao presidente da AL nomear os mesmo, mas não o fez.
O PMDB entrou com mandado de segurança na Justiça, para que regimento interno da AL seja cumprido. O desembargador Luiz Neto já solicitou ao presidente da AL informações sobre o caso, para decidir se concede ou não liminar mandando nomear o membros que faltam para CPI funcionar.
Fonte (Diário do Pará)
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